AO VIVO: Rádio JMV
--:--
26°C ☀️ Ensolarado
USD R$ --
BTC $ --
JMV News
Programa Atual
JMV News - Notícias e Atualizações em Tempo Real 24 horas
Anvisa reforça proibição do suplemento de ashwagandha indicado pelo TikTok após caso de intoxicação grave • Anvisa determina a proibição da venda de tiras de glicemia Accu-Check Active na Amazon devido à falsificação • Fiocruz instala base da Força Nacional do SUS em Porto Velho para fortalecimento da resposta a emergências • Três Estados apresentam nível de alerta na incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave com sinais de crescimento, aponta boletim da Fiocruz • Barclays anuncia redução de 5 mil empregos em meio a estratégia de cortes de custos com uso de inteligência artificial • Brasileira é detida na Indonésia por tráfico de drogas; país já executou dois brasileiros por crime semelhante • Wall Street registra queda nesta quinta-feira diante de aumento da aversão ao risco por conta da volatilidade no setor de inteligência artificial • Roche registra crescimento de vendas no terceiro trimestre, mas enfrenta pressão de genéricos e desafios regulatórios • Brasil propõe ampliação de corredores ecológicos internacionais para proteção de baleias migratórias • Anvisa aprova novo medicamento para câncer de pulmão avançado e registro de tratamento para câncer de mama • Anvisa reforça proibição do suplemento de ashwagandha indicado pelo TikTok após caso de intoxicação grave • Anvisa determina a proibição da venda de tiras de glicemia Accu-Check Active na Amazon devido à falsificação • Fiocruz instala base da Força Nacional do SUS em Porto Velho para fortalecimento da resposta a emergências • Três Estados apresentam nível de alerta na incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave com sinais de crescimento, aponta boletim da Fiocruz • Barclays anuncia redução de 5 mil empregos em meio a estratégia de cortes de custos com uso de inteligência artificial • Brasileira é detida na Indonésia por tráfico de drogas; país já executou dois brasileiros por crime semelhante • Wall Street registra queda nesta quinta-feira diante de aumento da aversão ao risco por conta da volatilidade no setor de inteligência artificial • Roche registra crescimento de vendas no terceiro trimestre, mas enfrenta pressão de genéricos e desafios regulatórios • Brasil propõe ampliação de corredores ecológicos internacionais para proteção de baleias migratórias • Anvisa aprova novo medicamento para câncer de pulmão avançado e registro de tratamento para câncer de mama •

Anvisa reforça proibição do suplemento de ashwagandha indicado pelo TikTok após caso de intoxicação grave

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta oficial reforçando a proibição do uso do suplemento alimentar à base de ashwagandha no Brasil. O comunicado vem após a circulação de informações, principalmente em redes sociais como o TikTok, onde o produto tem sido recomendado para promover relaxamento e aliviar sintomas relacionados à perimenopausa. A entidade destacou que o suplemento, apesar de popular em plataformas digitais, não possui registro ou autorização para comercialização no país, e sua fabricação, distribuição e uso continuam proibidos por lei.

A Anvisa citou um caso específico de uma mulher britânica que apresentou complicações severas após consumir o produto. Segundo informações da agência, ela sofreu falência do fígado, paradas cardíacas e danos cerebrais graves, o que evidencia os riscos associados ao consumo de produtos não regulamentados. O órgão reforçou ainda que o suplemento de ashwagandha não consta na lista de ingredientes autorizados para uso em suplementos alimentares no Brasil, tornando sua fabricação e venda ilegais.

A agência de vigilância sanitária explicou que os suplementos alimentares são considerados alternativas para complementar a alimentação, sendo indicados para pessoas que necessitam melhorar o consumo de determinados nutrientes ou que praticam atividades físicas intensas. Contudo, alertou que é terminantemente proibido associar o uso desses produtos à alegações de cura, tratamento ou prevenção de doenças, uma prática comum, mas ilegal, que pode colocar a saúde do consumidor em risco.

De acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada nº 243/2018, os suplementos alimentares devem ser produzidos com substâncias autorizadas pela Anvisa, podendo incluir ingredientes de uso tradicional em alimentos, utilizados para dar sabor, cor ou aroma aos produtos. Esses produtos destinam-se ao consumo oral em formas como comprimidos, cápsulas, pós, pastilhas ou barras, com o objetivo de fornecer nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos a pessoas saudáveis. A agência ressaltou que nem todas as pessoas precisam utilizar esses produtos, e a decisão de consumi-los deve ser avaliada com orientação de profissionais de saúde qualificados.

A Anvisa destacou ainda que a maior parte dos riscos relacionados ao consumo de suplementos alimentares decorre de produtos irregulares, que podem conter substâncias não avaliadas ou serem fabricados em condições inadequadas. Contudo, alertou que até mesmo produtos legalizados podem representar perigo à saúde se utilizados de forma inadequada, sem a orientação adequada ou sem seguir as recomendações do fabricante.

Por fim, a agência reforçou a importância de consultar profissionais de saúde antes de iniciar qualquer suplementação, respeitando as dosagens, advertências e restrições presentes nos rótulos. A orientação é que o consumo de suplementos seja sempre feito de forma responsável, considerando as necessidades específicas de cada indivíduo e evitando o uso indiscriminado de produtos não registrados ou mal orientados.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade