AO VIVO: Rádio JMV
--:--
26°C ☀️ Ensolarado
USD R$ --
BTC $ --
JMV News
Programa Atual
JMV News - Notícias e Atualizações em Tempo Real 24 horas
Bitcoin recupera nível de suporte de US$ 82 mil, mas alta é limitada por expectativas de política monetária mais rígida nos EUA • Elon Musk promete reembolso a usuários caso IA do X cometa erros ou vaze dados • Aumento de 29,5% no volume diário de negociações de BDRs em 2026 indica amadurecimento do investidor brasileiro • Sicoob realiza estreia no mercado de capitais com captação de quase R$ 1 bilhão • Congresso aprova obrigatoriedade de exame para registro de médicos no Brasil • Papa Leão XIV apresenta sinais de melhora pulmonar após cirurgia e realiza missa em sala de hospital • Reajuste salarial real no setor privado fica em 0,99% no terceiro trimestre, aponta Banco Central • Presidente da Fiesp alerta que fim da jornada 6×1 pode inviabilizar setores econômicos no Brasil • Itaú Unibanco anuncia aquisição de participação de 35% na Prisma Capital por meio de aumento de capital • Hospital Geral de Bonsucesso alcança 450 leitos em operação no âmbito do SUS após reestruturação • Bitcoin recupera nível de suporte de US$ 82 mil, mas alta é limitada por expectativas de política monetária mais rígida nos EUA • Elon Musk promete reembolso a usuários caso IA do X cometa erros ou vaze dados • Aumento de 29,5% no volume diário de negociações de BDRs em 2026 indica amadurecimento do investidor brasileiro • Sicoob realiza estreia no mercado de capitais com captação de quase R$ 1 bilhão • Congresso aprova obrigatoriedade de exame para registro de médicos no Brasil • Papa Leão XIV apresenta sinais de melhora pulmonar após cirurgia e realiza missa em sala de hospital • Reajuste salarial real no setor privado fica em 0,99% no terceiro trimestre, aponta Banco Central • Presidente da Fiesp alerta que fim da jornada 6×1 pode inviabilizar setores econômicos no Brasil • Itaú Unibanco anuncia aquisição de participação de 35% na Prisma Capital por meio de aumento de capital • Hospital Geral de Bonsucesso alcança 450 leitos em operação no âmbito do SUS após reestruturação •

El Niño mantém força elevada e previsão aponta chuvas inesperadas para setembro

O mês de setembro, tradicionalmente marcado pela transição do período seco do inverno para o início da primavera, deve ser influenciado pelo fortalecimento contínuo do fenômeno El Niño, que promete provocar chuvas antecipadas e intensas em várias regiões do Brasil. As previsões meteorológicas indicam que, já nos primeiros dez dias do mês, áreas normalmente secas podem registrar precipitações significativas, refletindo o impacto de um possível evento climático de grande intensidade.

De acordo com análises especializadas, o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, especialmente na sua porção central e leste, pode atingir níveis históricos e extremos. O potencial de esse fenômeno alcançar o seu auge, considerado o mais intenso desde 1950, sugere que o evento poderá ser o mais forte registrado nos últimos mais de 70 anos, especialmente entre o meio da primavera e o início do verão de 2026/2027. Essa dinâmica, que deve se consolidar ao longo do mês, tem potencial para alterar o padrão de chuvas em regiões que, nesta época do ano, enfrentam forte estiagem.

Segundo informações da Climatempo, a transição oficial das estações ocorre no dia 22 de setembro, às 21h05, horário de Brasília, momento do equinócio da primavera. Em contrapartida ao cenário de seca severa observado em setembro de 2025, o mês de 2026 deve trazer pancadas de chuva frequentes, especialmente nas áreas tradicionalmente mais secas do país. Regiões do interior do Sudeste, Centro-Oeste, Tocantins, sul do Pará e oeste da Bahia estão entre as que podem experimentar precipitações precoces, alterando o padrão de estiagem que costuma predominar nessa época.

A previsão geral para o mês aponta volumes de chuva acima da média em diversas regiões. A maior parte do Sudeste, quase toda a Região Sul, especialmente o Paraná, além de grande parte do Centro-Oeste, sul e centro-sul da Bahia, sul do Maranhão, Piauí, Tocantins e o sudeste do Pará, devem registrar precipitações superiores às médias históricas. Em contrapartida, áreas do centro-sul do Rio Grande do Sul tendem a apresentar chuvas abaixo da média, o que pode oferecer um alívio momentâneo após os excessos de precipitação de julho e agosto. Também há previsão de persistência de déficit de chuva em Roraima, grande parte do Amazonas, norte e centro-oeste do Pará, além do norte de Rondônia.

O impacto do El Niño, aliado ao aquecimento das águas do Oceano Atlântico Sul — que favorece a formação de frentes frias e áreas de baixa pressão —, deve dividir as temperaturas no Brasil ao longo de setembro. O centro-norte do país continuará registrando temperaturas elevadas, com picos que frequentemente ultrapassam os 40°C, especialmente nos estados do Norte, Nordeste, maior parte do Centro-Oeste, Espírito Santo e nas regiões centro-norte e oeste de Minas Gerais. Em contrapartida, a ocorrência de chuvas frequentes e maior nebulosidade deve reduzir as temperaturas em áreas do Sul, além de trechos do Sudeste e Centro-Oeste, que podem ficar mais amenas do que o habitual para o período.

Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais e o centro-leste e sul de Mato Grosso do Sul devem experimentar temperaturas próximas ou abaixo da média histórica, indicando um setembro menos quente em comparação ao registrado em 2025. No início do mês, uma massa de ar frio deve avançar pela região Sul, provocando queda acentuada nas temperaturas e risco de geadas nos três estados da região, o que reforça a instabilidade climática prevista para o período.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade