Investigação revela que a Polícia Rodoviária Federal do Rio de Janeiro decidiu não afastar o agente Diego Oliveira de Souza, mesmo após denúncias de importunação sexual. O desfecho trágico culminou no feminicídio da comandante da Guarda Municipal de Vitória, Dayse Barbosa, seguida pelo suicídio do agente. O caso expõe falhas na proteção de vítimas e levanta questões sobre a condução de processos internos na corporação. A situação da servidora, que relatou dias de medo e insegurança, ilustra a gravidade da questão da segurança no ambiente de trabalho e a responsabilidade das autoridades em garantir integridade às vítimas.
PRF Mantém Agente Acusado de Importunação Sexual em Serviço, Mesmo Após Tragédia