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Sem alternativas: a jornada do Galo na Arena se tornou uma questão de sobrevivência

Foto: PEDRO SOUZA / ATLETICO

A situação está crítica, e não posso deixar de ser honesto: jamais imaginei que, mesmo na “era SAF”, o Atlético enfrentaria a ameaça do rebaixamento por dois anos seguidos. E aqui estamos nós. Após escapar por pouco na última rodada de 2024, já estamos apreensivos neste mês de setembro, e isso se deve a um problema que não previa: a fragilidade do nosso time em casa.

Entre as várias questões que me perturbam neste Galo de 2025, a mais alarmante é a incapacidade da equipe de se impor em seu próprio estádio. Neste ano, sofrer derrotas em casa para Bucaramanga, Flamengo, Grêmio e Cruzeiro, além de empates contra Corinthians, Cienciano e Santos, resultou em uma perda absurda de pontos como mandante, algo que prejudica qualquer time do planeta, e conosco não é diferente.

A crise que enfrentamos é evidente. Chegamos a um ponto em que se mostrar forte em casa não é apenas uma questão de orgulho, mas sim de sobrevivência. Dos próximos seis jogos do Atlético, cinco serão no nosso gramado, e a situação é clara: ou retomamos o controle em casa, ou o final do ano será ainda mais triste do que em 2024.

A sequência em casa inclui confrontos contra Bolívar, Mirassol e Juventude. Depois, uma viagem curta ao Rio para enfrentar o Fluminense, e o retorno a Belo Horizonte para os jogos contra Sport e Cruzeiro.

Para mim, o duelo contra o Bolívar é crucial. Vejo uma parte significativa da torcida adotando a mentalidade de “não me importo com a Sul-Americana, apenas quero permanecer na Série A”. Embora respeite essa opinião, não concordo. Além de estarmos a apenas quatro jogos de conquistar um título inédito que garantirá uma vaga na Libertadores, acredito que uma eliminação na competição internacional pode complicar ainda mais nossa situação na Série A. Essa é uma questão delicada.

Reconheço que não é o único problema, mas a falta de confiança do time é alarmante. Uma eliminação (bata na madeira!) em casa, após abrir 2 a 0 na altitude, poderia arruinar a moral da equipe, refletindo negativamente na luta contra o rebaixamento.

Para mim, o jogo de quarta-feira é tão decisivo quanto o de sábado. O que precisamos? Vencer. Não importa se jogarmos bem ou mal; o que importa é fazer a bola entrar e interromper essa sequência de resultados ruins. Quem sabe, assim, o ânimo se renova e conseguimos emplacar uma sequência vitoriosa?

Se conseguirmos ganhar quatro dos seis próximos jogos, por exemplo, a zona de rebaixamento ficará a uma distância segura e, quem sabe, voltaremos a sonhar com um final de ano digno. Se continuarmos com essa dificuldade de nos impormos em casa, não há reza que resolva.

Nesse contexto, a diretoria do Atlético poderia considerar reduzir drasticamente os preços dos ingressos e trazer de volta o torcedor mais apaixonado, mas parece que preferem o caminho mais complicado. Bem, isso é um assunto para outra ocasião.

Que possamos ter fé.

Saudações.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade