Sarah Sheeva, 53, voltou a condenar o hábito de cristãos escutarem músicas não-religiosas.
O que aconteceu
Na visão da pastora e cantora gospel, a música ‘mundana’ é nociva ao praticante da fé cristã independente da letra que apresente. “O maior problema de um cristão ouvir música do mundo não é a letra. É algo invisível, que você não percebe. As ondas sonoras entram dentro do teu espírito e da tua alma. E a letra? A letra é algo que você discerne com a mente”, argumentou ela, em vídeo publicado recentemente no Instagram.
Sarah entende que toda música sem inspiração religiosa possui necessariamente procedência diabólica. “O diabo, antes de ser diabo, era chefe da música do Céu. Quando o diabo caiu, Deus não tirou dele o poder de fazer música. Mas a música dele agora não ministra mais da fonte do Céu. Agora ele está no inferno, e a música dele sobe do inferno para perturbar as pessoas e causar-lhes vontades erradas.”
Sarah defende que músicas não-cristãs podem gerar depressão e até mesmo levar ao uso de drogas. “O diabo seria muito burro se deixasse na letra algo muito claro, que te fizesse perceber que aquela onda sonora está liberando algo maligno e negativo. Ele se disfarça através de uma letra bonita, romântica e poética — mas o que entra no teu espírito e na tua alma te traz depressão, tristeza, sofrimento, vontade de morrer, às vezes vontade de fumar, às vezes vontade de usar droga e de coisas piores.”
No parecer dela, até mesmo a música erudita oferece esses supostos malefícios. “É muito importante que você compartilhe esse vídeo, principalmente com quem acha que, por exemplo, ouvir música clássica ‘não dá nada’. Mozart, Beethoven, eles acham que não vai ter problema nenhum. O som é a primeira arte e a primeira forma de criação usada pelo próprio Deus. Não subestime o som.”
Sarah Sheeva condena que cristãos ouçam até música clássica: Não subestime
Imagem: Reprodução/Instagram