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Associação contesta estudo da CNC que associa crescimento do endividamento a bets

A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) contestou, nesta quarta-feira (29/4), estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgado na terça-feira (28). O levantamento da instituição aponta os jogos on-line como um dos fatores de impacto para a elevação no endividamento da população brasileira.
Segundo o estudo, desde janeiro de 2023, os gastos com apostas on-line passaram de “praticamente zero” para mais de R$ 30 bilhões mensais em março deste ano, representando um crescimento de mais de 500% em três anos. O período, segundo a CNC, coincide com o aumento dos indicadores de endividamento e inadimplência.
Conforme a ANJL, o endividamento no país “é um problema histórico e estrutural, associado principalmente ao alto custo do crédito, aos juros elevados, e à pressão do custo de vida sobre a renda”. “Recortes amostrais não podem se sobrepor às bases públicas disponíveis nem sugerir uma relação causal direta entre apostas on-line e inadimplência do cliente”, diz a associação.
Veja a nota na íntegra:
“A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) afirma que os números apresentados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) contrariam os dados oficiais do governo e do setor. Além disso, desconsideram a natureza multifatorial do endividamento dos brasileiros. Recortes amostrais não podem se sobrepor às bases públicas disponíveis nem sugerir uma relação causal direta entre apostas on-line e inadimplência do cliente.
Os dados consolidados do mercado, compilados pela Pay4Fun, mostram que o Brasil registrou cerca de 28 milhões de apostadores em 2025. Desse total, 53,3% tiveram gastos de até R$ 50, enquanto 19,5% gastaram acima de R$ 1 mil. Esse cenário evidencia um comportamento heterogêneo e incompatível com generalizações sobre impacto uniforme no orçamento das famílias.
Estudo da LCA Consultoria Econômica aponta ainda que os gastos com apostas representam cerca de 0,46% do consumo das famílias brasileiras, com gasto líquido médio mensal de R$ 122 por apostador, equivalente a 3,3% da renda desse público.
Já o endividamento no país é um problema histórico e estrutural, associado principalmente ao alto custo do crédito, aos juros elevados, e à pressão do custo de vida sobre a renda. No crédito rotativo do cartão, por exemplo, milhões de brasileiros seguem expostos a uma das modalidades mais caras do sistema financeiro.
A ANJL reforça que o mercado regulado opera sob supervisão do Ministério da Fazenda, com regras de identificação de usuários, prevenção à lavagem de dinheiro, proteção ao consumidor e promoção do jogo responsável.
Enfraquecer o ambiente regulado beneficia apenas operadores clandestinos, que atuam sem fiscalização, sem arrecadação tributária e sem garantias aos usuários. O setor permanece à disposição para contribuir com um debate público sério, técnico e baseado em evidências, voltado ao fortalecimento da regulação, da educação financeira e da proteção do consumidor.”
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Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade