No último sábado (3), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atual laureado com o prêmio da paz da FIFA, lançou um ataque militar contra a Venezuela. Menos de um mês atrás, Trump foi agraciado com a honraria pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino, em uma cerimônia que celebrou ações excepcionais em prol da paz.
Este prêmio foi criado pela FIFA em novembro, destacando indivíduos que tenham promovido a unidade global através de iniciativas pela paz, e foi anunciado durante o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026, que será realizada na América do Norte.
Em seu discurso, Trump declarou: “É uma das maiores honras da minha vida. Salvamos milhões de vidas. O Congo é um exemplo; mais de 10 milhões de pessoas morreram, e muitas outras estariam em risco. Também conseguimos acabar com conflitos na Índia e no Paquistão, entre outros. O mundo está mais seguro agora. Há um ano, os EUA não estavam em boa situação, mas agora posso afirmar que somos o país mais admirado do mundo.”
É importante ressaltar que a FIFA tem uma política que impede a participação de países em guerra ou que conduzem operações militares em seus torneios. Um exemplo disso foi a exclusão da Rússia, que está banida desde 2022 devido à invasão da Ucrânia. Por outro lado, Israel permanecia isento de punições da FIFA, enquanto a Venezuela não está classificada para a Copa.
Neste sábado, após uma série de explosões em solo venezuelano, Trump anunciou uma ofensiva militar, revelando que Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, e sua esposa foram capturados e levados para fora do país.