A participação do Atlético Mineiro na Copa do Mundo chegou ao fim com a eliminação do Paraguai, que perdeu para a França por 1 a 0 nas oitavas de final, no último sábado, 5 de julho. O zagueiro Junior Alonso, que representava o clube na competição, foi o último atleta alvinegro a ser eliminado, encerrando assim a participação do time no torneio e resultando em um faturamento de aproximadamente R$ 2,2 milhões.
De acordo com o programa de compensação da FIFA, os clubes recebem cerca de US$ 5 mil por dia para cada jogador que cederam às seleções nacionais durante a Copa do Mundo. O valor arrecadado pelo Atlético foi gerado pela convocação de quatro de seus atletas: além de Junior Alonso, os equatorianos Alan Franco, Alan Minda e Preciado também participaram do torneio.
Os jogadores equatorianos, que foram eliminados na fase de 16 avos de final pelo México, permaneceram na competição por 20 dias. Cada um deles rendeu aproximadamente US$ 100 mil ao clube, totalizando US$ 300 mil, o que equivale a cerca de R$ 1,55 milhão. Essa quantia representa uma parte significativa da arrecadação total do Atlético durante a Copa.
Por outro lado, Junior Alonso teve uma trajetória mais longa no torneio, já que o Paraguai avançou até as oitavas de final. Com essa campanha, o defensor ficou 24 dias na competição, o que resultou em um valor adicional de US$ 120 mil, ou aproximadamente R$ 620 mil, para os cofres do Atlético.
Ao somar as compensações financeiras recebidas pelos quatro atletas, o Atlético Mineiro obteve um total de cerca de US$ 420 mil, que se traduz em aproximadamente R$ 2,17 milhões. Esse montante é pago diretamente aos clubes como forma de compensação pela liberação de jogadores para as seleções nacionais durante a Copa do Mundo, uma prática que visa incentivar os clubes a colaborarem com a convocação de seus atletas.
A atuação dos jogadores do Atlético na Copa do Mundo não apenas trouxe visibilidade ao clube, mas também gerou um retorno financeiro significativo, evidenciando a importância da participação em eventos de grande porte como o Mundial. A arrecadação reforça o papel dos clubes na formação de atletas que representam suas seleções e a relevância de programas de compensação que beneficiam as instituições esportivas durante competições internacionais.