O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes do basquete mundial e um verdadeiro ícone do esporte brasileiro. A nota oficial da entidade destaca a grandiosidade da trajetória do ex-atleta e seu impacto inegável nas quadras e corações de todos os amantes do basquete.
Oscar Schmidt, conhecido carinhosamente como “Mão Santa”, deixou um legado que transcende o mero ato de competir. Reconhecido como o segundo maior pontuador da história do basquete e membro do Hall da Fama da FIBA e da NBA, sua trajetória é marcada por conquistas memoráveis. Desde o início de sua carreira no Palmeiras, aos 16 anos, até suas atuações brilhantes pela Seleção Brasileira, Oscar sempre representou os valores do Olimpismo: dedicação, respeito e superação.
O presidente do COB, Marco Antonio La Porta, destacou que a história de Oscar será eternamente lembrada, servindo como fonte de inspiração para futuras gerações. “Seu legado permanece vivo nas quadras e nos corações que tocou ao longo de sua trajetória. Que sua memória siga motivando novas gerações a sonhar alto e competir com honra”, afirmou La Porta.
Marcelo Vido, ex-companheiro de Oscar na Seleção, também se emocionou ao falar sobre a perda. “Oscar foi um amigo e um ser humano admirável. Seu legado é extraordinário e eterno”, ressaltou, relembrando as conquistas que marcaram a carreira do atleta, incluindo o título do Mundial de Clubes em 1979 e participações em Jogos Olímpicos e Campeonatos Mundiais.
Em sua última homenagem, Oscar foi agraciado com o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, reconhecendo seu comprometimento com a excelência técnica e o espírito coletivo no esporte. Sua entrada no Hall da Fama do COB, representada por seu filho Felipe Schmidt, foi um marco em sua carreira, mas infelizmente, o ícone do basquete não pôde estar presente.
Neste momento de tristeza coletiva, o Comitê Olímpico do Brasil expressa suas sinceras condolências a todos que tiveram a honra de conhecer e admirar Oscar Schmidt. Que sua memória permaneça viva, inspirando e motivando todos aqueles que acreditam no poder transformador do esporte. Descanse em paz, Mão Santa. O Olimpismo agradece.