Um estudo inovador conduzido pela Universidade da Flórida Central revela que alterações motoras em pacientes com Alzheimer podem ter origem em nervos periféricos, ao invés de serem exclusivamente resultado da degeneração cerebral. Publicado na revista Alzheimer’s & Dementia, a pesquisa destaca como mutações genéticas associadas ao Alzheimer familiar afetam a comunicação entre neurônios motores e músculos, elucidando a presença de problemas de equilíbrio e coordenação antes do surgimento de déficits de memória. Os cientistas utilizam um modelo de “humano em um chip” para investigar a junção neuromuscular, permitindo uma nova perspectiva sobre o desenvolvimento da doença e suas possíveis terapias.
Novas descobertas revelam que sinais de Alzheimer podem surgir fora do cérebro
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