O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) expressou sua insatisfação, nesta terça-feira (6/1), em relação ao argumento utilizado para rejeitar os pedidos de prisão domiciliar e transferência hospitalar de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele afirmou que a afirmação de que a proximidade da Superintendência da Polícia Federal com um hospital garantiria atendimento ágil não se comprova na realidade. O ex-presidente sofreu um leve traumatismo craniano após uma queda à noite, na qual teria batido a cabeça.
Esse comentário ocorreu no mesmo dia em que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou que a família solicitará à Polícia Federal (PF) um relatório para esclarecer a duração do estado de inconsciência do ex-presidente após a queda dentro da unidade prisional onde está detido.
Anteriormente, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou a transferência imediata do ex-presidente para o hospital DF Star, com base em um laudo da PF que indicou ferimentos leves e a falta de necessidade de remoção, recomendando apenas observação. Além disso, o ministro, que se encontra de férias em Dubai, determinou que Jair Bolsonaro está cumprindo pena em regime fechado após ser condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses devido à sua participação em uma trama golpista.
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