Gustavo Scarpa, meio-campista do Atlético, tem motivos para sorrir nesta semana. Ele foi responsável pela assistência que levou Bernard a marcar o gol da vitória de 1 a 0 sobre o Bolívar, garantindo a classificação do Galo para a semifinal da Copa Sul-Americana. Além disso, houve um avanço no processo relacionado ao caso das criptomoedas.
Em uma publicação no Instagram, logo após a conquista na competição, Scarpa expressou sua alegria não apenas pela classificação, mas também pelo fato de que dois corréus foram citados no processo referente ao investimento em criptomoedas realizado em 2022. “Semana cheia de boas notícias! Finalmente, todos os réus serão notificados, e o Scarpinha continua na luta pelo que é seu. Chamaaaaaa!”, escreveu ele nas redes sociais.
A equipe de reportagem tentou contato com as duas pessoas mencionadas por Scarpa, mas não obteve resposta.
Na zona mista, após o jogo contra o Bolívar, Gustavo Scarpa comentou sobre a continuidade na Copa Sul-Americana e destacou o trabalho de Jorge Sampaoli. “A competição está aberta, com grandes times ainda na disputa. Nossa prioridade agora é o Brasileirão, temos seis jogos até as semifinais e precisamos vencer todos para nos recuperar. O Jorge Sampaoli traz ideias interessantes e claras, suas explicações são pragmáticas e didáticas. Às vezes as coisas não funcionam em campo, mas isso é um aspecto nosso. Espero que consigamos nos reerguer no Brasileiro”, afirmou.
Scarpa e Mayke processaram Willian Bigode na tentativa de recuperar os investimentos feitos. O processo indica que a proposta de investir na XLand, que prometia retornos de 2% a 5% sobre o valor aplicado, partiu de Willian Bigode e sua sócia Camila Moreira de Biasi. Scarpa investiu R$ 6.300.000,00, enquanto Mayke e sua esposa, Rayanne de Almeida, aplicaram R$ 4.583.789,31.
Os problemas com a XLand começaram em meados de 2022, quando os jogadores tentaram resgatar seus lucros, mas enfrentaram negativas e adiamentos da empresa. Posteriormente, tentaram cancelar o contrato, mas também não receberam o que era devido. Os investimentos estavam supostamente garantidos por pedras de alexandrita.
Após tentativas frustradas de contato com os sócios da XLand, Jean do Carmo Ribeiro e Gabriel de Souza Nascimento, além de Willian e Camila e um coach de gestão financeira, Marçal Siqueira, que tinha parceria com a empresa, Scarpa e Mayke procuraram seus advogados e registraram um Boletim de Ocorrência. O caso segue tramitando na Justiça paulista, ainda sem decisões sobre a responsabilidade dos réus.