Luciano Huck foi escolhido para apresentar a 5ª edição do Prêmio Earthshot, uma das premiações mais relevantes globalmente voltadas para questões ambientais, que ocorrerá em novembro no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O famoso apresentador do “Domingão” terá a responsabilidade de conduzir o evento, que contará com a presença do Príncipe William, que visitará o Brasil pela primeira vez, além de outras figuras proeminentes internacionais.
A informação foi divulgada por Huck em seu programa no último domingo (7/9) e posteriormente confirmada pela organização do evento nas redes sociais. Na postagem, celebridades como David Beckham, Cafu e Cate Blanchett se uniram a Huck para divulgar a premiação que acontecerá em solo brasileiro.
“É uma grande honra para mim ser o apresentador do Prêmio Earthshot no Brasil. Este prêmio é uma fonte de inspiração, uma celebração que evidencia que já existem soluções para os maiores desafios que nosso planeta enfrenta, e estou realmente empolgado em ser o anfitrião dessa ocasião tão especial”, declarou Luciano Huck. “O Prêmio Earthshot irá destacar para o mundo a criatividade, a energia e o potencial das iniciativas brasileiras e globais que buscam um futuro mais sustentável”, completou.
Além de Huck, que irá conduzir as falas em português e inglês, outras personalidades que participarão do evento serão anunciadas nas próximas semanas. Criado em 2020 com o envolvimento do Príncipe William, esta será a primeira vez que a premiação internacional acontecerá na América do Sul, reunindo pesquisadores, líderes globais e investidores. Na edição de 2025, no mesmo Museu do Amanhã, cinco projetos finalistas serão contemplados com um prêmio de incentivo de R$ 7,3 milhões (equivalente a £1 milhão) para promover a conservação da biodiversidade, a adoção de energias limpas e a diminuição das emissões de carbono.
O futuro rei britânico também marcará presença na cerimônia em novembro, pouco antes da COP 30 que ocorrerá em Belém. Esta será a primeira visita oficial do herdeiro da coroa britânica ao Brasil.
“Acredito que o Brasil é, de fato, o local ideal para sediar o prêmio. A cultura brasileira, a proximidade da COP30… Precisamos urgentemente de otimismo, mais do que nunca, e sinto que o Brasil representa isso. Mal posso acreditar que já estamos na metade dos dez anos desse projeto. Estou ansioso para que vocês compartilhem essa notícia”, concluiu.