Em harmonia com o manifesto “Keep Art Human”, que visa ressaltar o valor da arte humana em um mundo dominado por algoritmos e Inteligência Artificial, Alok apresenta nesta terça-feira (17/6) um vislumbre de seu próximo espetáculo no Mercado Livre Arena Pacaembu. O DJ brasileiro promete, no dia 28 de junho, uma experiência grandiosa repleta de melodias, coreografias e um palco equipado com uma impressionante estrutura de lasers e show de drones.
“Keep Art Human é um manifesto essencial. É um lembrete de que, mesmo em um cenário cada vez mais saturado por automação e algoritmos, a essência da arte — que envolve emoção, imperfeição, risco e alma — é algo que permanece exclusivo e intransferível na experiência humana. A tecnologia deve ser uma parceira, e não uma substituta da nossa capacidade criativa”, explica Alok.
O artista promete uma performance ainda mais impactante do que a apresentada na Califórnia durante o Coachella, trazendo uma arte “viva e dinâmica” para este novo capítulo da turnê “Áurea”: serão 50 dançarinos do grupo Urban Theory, apresentando coreografias inéditas e sincronizadas, que formarão um verdadeiro painel humano em movimento, cheio de emoção, intenção e presença.
A tecnologia terá um papel fundamental na apresentação, com mais de 1.000 drones voando em perfeita sincronia — um marco para a América Latina — além de 5 mil painéis de LED, lasers e efeitos visuais inovadores que comporão uma narrativa visual intensa.
O evento, que promete ser histórico na capital paulista, contará também com participações especiais: o rapper Matuê abrirá o show, e Gilberto Gil se juntará a Alok para apresentar uma nova colaboração.
“Renunciar à humanidade na arte é renunciar a nós mesmos. A história, a identidade, a crítica social… tudo isso emerge desse espaço criativo que é pensado, sentido e vivido pelo ser humano. Se entregarmos todo esse papel à IA e à automação, perderemos aquilo que nos torna únicos”, ressalta Alok.
Durante sua passagem por São Paulo, o DJ também realizará o plantio de mais de 20 mil árvores, como parte de um projeto voltado à recuperação das espécies nativas da Mata Atlântica.
“Não há nada mais ‘tecnológico’ do que as árvores, do que a sabedoria da natureza. Plantar é uma forma de cuidar da nossa casa. Desejo contribuir para a restauração dos biomas que visito com minha música e convidei as marcas que me apoiam a se unirem a essa missão que é de todos”, conclui Alok.