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Linfoma de Hodgkin: compreenda a batalha contra o câncer de Isabel Veloso

Reprodução/Instagram

A influenciadora digital Isabel Veloso, que tinha apenas 19 anos, faleceu no último sábado (10/1) devido a complicações relacionadas ao linfoma de Hodgkin. Desde novembro, ela estava internada no Hospital Erasto Gaertner, localizado em Curitiba.

Isabel recebeu o diagnóstico em 2021 e ganhou notoriedade nacional ao compartilhar sua jornada de tratamento nas redes sociais, onde documentou internações, sessões de quimioterapia e os desafios físicos e emocionais que enfrentou.

O linfoma de Hodgkin é um câncer que se origina nos linfócitos, células essenciais do sistema imunológico que protegem o corpo contra infecções. Embora essas células estejam presentes em diversas partes do corpo, a enfermidade comumente afeta os gânglios linfáticos no pescoço, axilas e tórax.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), os sintomas podem variar dependendo da localização afetada. Quando o linfoma se manifesta em linfonodos superficiais, como os do pescoço, axilas ou virilha, o principal sinal é frequentemente o surgimento de ínguas indolores. Nos casos em que a doença atinge a área torácica, podem ocorrer tosse persistente, falta de ar e dor no peito. Se o abdômen ou a pelve forem afetados, os pacientes costumam relatar desconforto abdominal e sensação de inchaço.

Os linfomas são uma categoria de câncer que afeta os linfócitos e são divididos em dois grupos principais: linfoma de Hodgkin e linfoma de não-Hodgkin. Embora sejam condições distintas, os sintomas iniciais podem ser semelhantes. A hematologista Maria Amorelli, que atua em Goiânia, esclarece que o aumento dos gânglios linfáticos é um dos primeiros indícios.

As causas exatas do linfoma de Hodgkin ainda não são completamente compreendidas. Pesquisas sugerem que a infecção pelo vírus Epstein-Barr pode estar relacionada ao desenvolvimento da doença em alguns indivíduos, afetando o funcionamento do sistema linfático.

Uma característica que distingue esse tipo de linfoma é a presença das células de Reed-Sternberg, que podem ser identificadas em exames laboratoriais. Para confirmar o diagnóstico, é necessário excluir outras doenças com sintomas semelhantes e diferenciar o linfoma de Hodgkin do linfoma de não-Hodgkin. Os exames utilizados incluem biópsia dos gânglios linfáticos, exames de imagem e, em alguns casos, a punção lombar para análise do líquido da medula espinhal.

Após a confirmação do diagnóstico, a doença é classificada com base no tipo de crescimento do tumor e no estágio em que foi detectada. O tratamento geralmente envolve quimioterapia, que pode ser combinada com imunoterapia ou radioterapia, dependendo da situação específica.

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Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade