Figuras públicas como Virginia Fonseca, Bruna Biancardi e Georgina Rodríguez são frequentemente referidas como WAGs, uma sigla que representa “Wives and Girlfriends” (em português, “esposas e namoradas”) nas plataformas sociais. Mas, afinal, o que implica ser uma WAG?
O termo surgiu nos anos 2000, destinado a descrever as parceiras de grandes nomes do esporte, especialmente jogadores de futebol. Sua origem remonta à imprensa britânica, que, de forma estereotipada e muitas vezes pejorativa, insinuava que essas mulheres eram dependentes do sucesso de seus parceiros.
A popularidade da sigla disparou durante a Copa do Mundo de 2006, quando publicações começaram a explorar a vida dessas mulheres com mais intensidade. Entre as mais notáveis estava Victoria Beckham, uma das Spice Girls, casada com David Beckham — o casal, que está junto desde 1997 e tem três filhos, tornou-se um verdadeiro fenômeno midiático. Essa visibilidade levou a família Beckham a produzir cinco documentários que revelavam os bastidores de sua vida.
Com o pioneirismo de Victoria, outras iniciativas surgiram, como um reality show norte-americano intitulado “WAGs”, que em 2015 apresentou a rotina de cerca de 10 dessas mulheres, mostrando seus desafios e luxos.
Atualmente, o termo WAG tem ganhado destaque no Brasil, especialmente com o relacionamento entre Virginia Fonseca e Vini Jr, um dos jogadores brasileiros mais reconhecidos mundialmente. Em uma recente conversa com a Splash, Virginia afirmou que sua relação está “ótima, leve e incrível”, desmentindo rumores sobre um possível término: “As pessoas falam muito, mas é mentira. Não se pode acreditar em tudo que dizem”.
Outras figuras que se encaixam na definição de WAGs incluem Tainá Militão (esposa de Éder Militão), Gabriely Miranda (esposa de Endrick), Belle Silva (esposa de Thiago Silva) e Marília Nery (esposa de Éverton Ribeiro). No cenário internacional, nomes como Georgina Rodríguez (casada com Cristiano Ronaldo), Taylor Swift (esposa de Travis Kelce) e Antonela Roccuzzo (esposa de Lionel Messi) também fazem parte dessa lista.
Hoje, o conceito de WAG não é mais visto de forma negativa ou redutora. Ele se refere a mulheres que mantêm relacionamentos com atletas, mas que também possuem carreiras próprias e uma forte independência.