Com uma carreira que já ultrapassa cinco décadas, Vera Fischer consolidou-se como uma verdadeira referência nas artes cênicas brasileiras, seja na televisão, no cinema ou no teatro. Em uma recente entrevista, a atriz refletiu sobre sua percepção da beleza aos 73 anos e compartilhou um pouco sobre sua vida de solteira, já que desde 2004 não se envolve publicamente em relacionamentos.
Ela destacou que os elogios que recebe de seus fãs vão além da aparência física: “Os admiradores enxergam em mim uma beleza interior. Sou atraente, generosa e simpática, e adoro me relacionar com as pessoas. Eles demonstram uma gratidão imensa e me tratam com muito carinho”, comentou durante a conversa com a revista Quem.
Para manter sua boa forma, Vera revelou que tem uma rotina de cuidados diários: “Me cuido bastante, mas sem exageros. Faço fisioterapia por causa de problemas nos joelhos, resultantes de quedas no teatro, mas não frequento academia. Cuido da pele com produtos de qualidade”, enfatizou.
A atriz não é adepta de intervenções estéticas drásticas: “Não vejo necessidade de fazer procedimentos que mudem meu rosto. Olhando no espelho, se notar alguma diferença, ficaria perturbada. Cada um sabe de si, e quando há a oportunidade de melhorar um pouco, ótimo, mas não quero exagerar. Preenchimentos, por exemplo, nunca, pois já tenho um rosto grande”, afirmou.
Solteira desde 2004, Fischer revelou que não sente falta de um companheiro: “Estou muito feliz sozinha. Nunca estive tão bem. Eu e meus dois gatinhos que adotei. A liberdade de estar sozinha é incrível; posso definir meus horários, fazer o que quiser e não preciso prestar contas a ninguém”, opinou.
Atualmente, ela está em cartaz com a peça “O Casal Mais Sexy da América” e comentou sobre sua visão em relação à televisão: “Hoje, novelas parecem ser para quem nunca fez ou para quem realmente ama. Tive muitas experiências gratificantes, mas neste momento estou mais voltada para o teatro e o cinema”, explicou.
Por fim, Vera refletiu sobre o impacto do etarismo em suas escolhas: “Antigamente, uma Helena tinha 50 anos e era mãe. Hoje, é avó e a mãe tem 20. As coisas mudaram muito. Precisamos aceitar a nossa idade e não desejar parecer ter 30 anos. Quero que as pessoas vejam que tenho 73. Na peça, discutimos bastante o etarismo. Vemos atores que faziam sucesso na juventude, e aos 70, o cenário é bem diferente”, concluiu.