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Aumento significativo nos preços do petróleo atinge patamares recordes após conflitos no Oriente Médio

•, Coreia do Sul, em 9 de março de 2026. REUTERS/Kim Hong-Ji

Os preços do petróleo continuam a subir nesta segunda-feira (9), embora tenham apresentado uma leve queda na parte da tarde em comparação ao pico da manhã, que alcançou os níveis mais altos desde meados de 2022. Essa alta foi impulsionada por cortes no fornecimento por parte de grandes produtores e pela preocupação com possíveis interrupções prolongadas no transporte marítimo, em meio à escalada do conflito entre os EUA, Israel e Irã.

Por volta das 13h45, os contratos futuros do Brent estavam em alta de 6,75%, cotados a US$ 98, enquanto o WTI subia 3,80%, alcançando US$ 94. Durante a manhã, o WTI teve um aumento impressionante de 31,4%, atingindo US$ 119,48 por barril, enquanto o Brent subiu 29%, chegando a US$ 119,50 por barril, representando um recorde histórico de aumento em um único dia. Esses valores são comparáveis aos recordes de aproximadamente US$ 147 por barril registrados em 2008, de acordo com dados da LSEG que remontam à década de 1980.

Antes deste aumento, o Brent já havia registrado um crescimento de 27% e o WTI, 35,6% na semana anterior. As dificuldades no transporte de navios-tanque, acompanhadas de crescentes preocupações de segurança, já estavam limitando as operações marítimas e colocando em risco os compradores asiáticos, que dependem do petróleo do Oriente Médio, especialmente considerando a crise em torno do Estreito de Ormuz, que é responsável por cerca de um quinto do fornecimento global de petróleo.

A pressão sobre os preços começou a dar sinais de alívio após o Financial Times noticiar que os ministros das finanças do G7 e a Agência Internacional de Energia estão discutindo a liberação conjunta de reservas de petróleo de emergência, além da Saudi Aramco ter oferecido suprimentos imediatos de petróleo bruto por meio de licitações. “A menos que as exportações de petróleo pelo Estreito de Ormuz sejam retomadas rapidamente e as tensões regionais se amenizem, a pressão sobre os preços deve continuar”, afirmou Vasu Menon, diretor-gerente de estratégia de investimentos da OCBC em Cingapura.

Iraque e Kuwait já iniciaram cortes na produção de petróleo, somando-se às reduções anteriores de gás natural liquefeito do Catar, à medida que a guerra interrompe as remessas do Oriente Médio. Especialistas acreditam que os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita também precisarão reduzir a produção em breve, pois estão enfrentando dificuldades de armazenamento.

As interrupções nas refinarias persistem devido ao aumento das tensões regionais, com a BAPCO do Barein anunciando uma interrupção por força maior após um ataque recente ao seu complexo de refinarias. O Escritório de Mídia de Fujairah relatou um incêndio na área industrial petrolífera de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, causado pela queda de detritos. O Ministério da Defesa da Arábia Saudita também afirmou ter interceptado um drone que se dirigia ao campo petrolífero de Shaybah.

A recente nomeação de Mojtaba Khamenei como sucessor de seu pai, Ali Khamenei, como líder supremo do Irã, também contribuiu para a alta dos preços, indicando que a linha dura permanece no controle em Teerã, uma semana após o início do conflito com os EUA e Israel. “Com a nomeação do filho do falecido líder como novo líder do Irã, a meta do presidente dos EUA, Donald Trump, de promover uma mudança de regime no Irã se tornou mais complexa”, observou Satoru Yoshida, analista de commodities da Rakuten Securities. “Essa perspectiva acelerou a demanda, considerando que o Irã deve continuar a fechar o Estreito de Ormuz e atacar as instalações de outros países produtores de petróleo, como evidenciado na semana passada”, acrescentou, prevendo que o WTI poderia alcançar US$ 120 e, em seguida, US$ 130 por barril em um curto espaço de tempo.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade