Durante o evento Jogo das Estrelas, uma iniciativa solidária criada por Zico, Renato Gaúcho se pronunciou sobre o futuro de sua carreira como técnico neste sábado (27), no icônico Estádio do Maracanã. Desde setembro, o experiente treinador está disponível no mercado. “Estou de férias. Saí do Fluminense para aproveitar um tempo com minha família e amigos. Pretendo ficar mais dois, três, quatro meses nessa pausa. Depois, se surgir uma oportunidade interessante, voltarei”, declarou o treinador de 63 anos, que já esteve à frente de clubes como Vasco, Flamengo, Grêmio e Bahia.
Renato Gaúcho deixou o Fluminense em setembro, pedindo demissão após a eliminação do Tricolor diante do Lanús, da Argentina, na Copa Sul-Americana.
Sobre o sucesso de Filipe Luís no Flamengo, ele expressou: “Estou muito feliz. Tive a oportunidade de trabalhar com ele no Flamengo. É um grande jogador que está mostrando um potencial excepcional como treinador. Sempre foi um atleta inteligente. Fico contente, pois é um amigo que está se destacando. Espero que o Flamengo consiga mantê-lo, pois ele merece pelo trabalho que vem realizando.”
Referindo-se à possibilidade de Carlo Ancelotti dirigir a Seleção Brasileira, Renato comentou: “Ele possui a competência necessária. Temos jogadores de qualidade. Estou otimista quanto à performance do Brasil na próxima Copa do Mundo. Nossa safra é bastante promissora. Ancelotti teve tempo suficiente para preparar a equipe, especialmente porque muitos dos nossos jogadores atuam na Europa, onde ele estava trabalhando e conhecendo a todos. Isso certamente facilitou seu trabalho. Com sua competência, tenho confiança de que o Brasil irá forte para o torneio.”
Por fim, sobre o favoritismo na Copa do Mundo, ele ponderou: “É complicado apontar o Brasil ou qualquer outra seleção como a favorita para vencer a Copa do Mundo. O torneio dura apenas um mês e muito dependerá da forma física e técnica dos jogadores. No entanto, como mencionei, o Brasil tem uma equipe robusta, jovem e talentosa, que, sem dúvida, será uma das candidatas ao título. É difícil definir quem é o verdadeiro favorito. Afinal, a Copa do Mundo é sempre imprevisível.”