Na quarta-feira (17), a equipe que assessora a cantora Ana Castela manifestou seu descontentamento em relação às insinuações sobre a orientação sexual da artista. Em uma declaração divulgada nas redes sociais, o setor jurídico da artista descreveu a situação como “cyberbullying”.
“É fundamental educar e estabelecer limites”, afirma o comunicado. “Quando o termo é usado por indivíduos sem proximidade, em uma esfera pública, com tom de deboche e, especialmente, associado a críticas sobre a aparência física de uma jovem de apenas 22 anos, ele deixa de ser uma questão de identidade e se transforma em uma ferramenta de agressão e body shaming”, prossegue a nota.
A declaração, emitida pela AgroPlay, agência responsável pela carreira de Ana, também informou que os advogados da artista estão considerando a possibilidade de tomar medidas legais. “A internet não é um espaço sem regras. Estamos avaliando as ações judiciais que podem ser adotadas, com o objetivo não apenas de reparação, mas de responsabilização educativa”, afirmaram.
A nota foi emitida após a influenciadora Vivi Vanderley afirmar, em um vídeo que se tornou viral e em tom de brincadeira, que “estava certa de que Ana Castela é sapatão”. Mais tarde, a influenciadora revelou que havia se desculpado publicamente com Ana Castela. “Conversei com ela por mensagem direta. Está tudo bem entre nós. De maneira alguma eu quis ofendê-la. Cometi um grande erro ao concordar e participar disso”, disse.