Com estreia marcada para janeiro, o novo docu-reality da Netflix acompanhará cinco brasileiras de diferentes regiões do Brasil enquanto elas exploram o amor em Seul. As produções da Coreia do Sul têm não só impulsionado a fama de seus atores e atrizes, como também contribuído para a Onda Hallyu, um fenômeno que desde o final dos anos 1990 tem promovido a cultura pop sul-coreana em todo o mundo, intensificando a idealização de relacionamentos com coreanos.
Com o objetivo de verificar se a realidade de um romance na Coreia é tão encantadora quanto as histórias dos K-dramas, a Netflix anunciou nesta terça-feira (16) o lançamento do docu-reality “Namoros Interculturais”. Essa produção, que mistura documentário e elementos de reality show, terá sua primeira parte disponível a partir de 1º de janeiro, com a conclusão da temporada programada para o dia 8 do mesmo mês.
“Namoros Interculturais” mostrará uma vivência de 22 dias na capital sul-coreana, onde cinco brasileiras, com diferentes estilos de vida e idades, experimentarão diversas fases de relacionamentos com homens coreanos. Para descobrir se essas relações suportarão a convivência diária e as diferenças culturais, as participantes explorarão locais icônicos que são cenários frequentes nos dramas românticos, como a famosa Namsan Tower.
A série é uma produção original da Netflix, realizada pela Floresta, produtora da Sony Pictures Television no Brasil, que também é responsável por um dos atuais sucessos da plataforma, “Ilhados com a Sogra”. Adriana “Dida” Silva, vice-presidente e diretora-geral da Floresta, destaca que o programa “reflete o crescente fascínio do Brasil pela cultura coreana e pela inovação nos realities”. Ela menciona que o projeto incorpora a “estética que o público adora nos K-dramas, ao mesmo tempo em que apresenta histórias de casais reais”.
O trailer, já disponível no canal da Netflix Brasil no YouTube, promete revelar não apenas os momentos românticos deste intercâmbio cultural, mas também os desafios impostos pelas diferenças culturais e pelas barreiras de comunicação. Muitos casais, por exemplo, escolhem o inglês como língua comum, o que adiciona uma camada de complexidade às suas interações.