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Motivos da ausência de Gabigol no time titular: explicação do treinador do Cruzeiro

No jogo contra o São Paulo, realizado neste domingo (13/4), uma das mudanças mais significativas promovidas por Leonardo Jardim foi a exclusão de Gabigol da escalação inicial do Cruzeiro. Após o empate em 1 a 1, o treinador explicou sua decisão.

De acordo com Jardim, a escolha não é uma questão pessoal, mas sim uma estratégia de jogo. “Sou um grande admirador do Gabriel. Ele é um finalizador excepcional, sempre apreciei seu talento desde os tempos no Flamengo. No entanto, em partidas com características específicas como a de hoje, ele não traria a contribuição necessária”, afirmou.

O técnico ressaltou que o estilo de jogo de Gabriel Barbosa não se alinha com a abordagem que a equipe adotou no Morumbi. Para este confronto, Jardim escalou quatro jogadores de meio-campo, um atacante de velocidade (Wanderson) e um centroavante, Kaio Jorge, que foi o responsável por marcar o gol.

“Foi um jogo que exigiu transições rápidas, e esse não é o modelo que melhor se adapta a ele. Gabi se destaca em formações com dois atacantes, onde ele atua como o segundo. Por isso, optamos por deixá-lo no banco. Contudo, continuo acreditando que ele é um jogador de altíssima qualidade”, finalizou.

Esta foi a primeira vez que Gabigol começou uma partida pelo Cruzeiro como suplente e não foi utilizado. Até agora, o camisa 9 da equipe disputou 11 partidas e anotou sete gols.

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