AO VIVO: Rádio JMV
--:--
26°C ☀️ Ensolarado
USD R$ --
BTC $ --
JMV News
Programa Atual
JMV News - Notícias e Atualizações em Tempo Real 24 horas
Os 5 temas para os quais Messias se preparou na sabatina do Senado • CCJ do Senado sabatina Jorge Messias nesta quarta; entenda rito • Seth Rogen morreu? Entenda confusão nas redes sociais • Festival mistura jazz, blues e gastronomia em BH • Virginia ganha apoio de Vini Jr. após ataque de Luana Piovani envolvendo os filhos • Juliano Floss revela briga com a mãe por causa do BBB 26 • Oruam, mãe e irmão são alvos de nova operação policial contra facção no Rio • É torcedor e não quer assistir ao clássico entre Atlético e Cruzeiro? Veja nossas dicas • Goleiro do Zaragoza é suspenso por 13 jogos após acertar soco em rival • Em relação discreta, Mileide Mihaile compartilha nova foto e declaração de namorado • Os 5 temas para os quais Messias se preparou na sabatina do Senado • CCJ do Senado sabatina Jorge Messias nesta quarta; entenda rito • Seth Rogen morreu? Entenda confusão nas redes sociais • Festival mistura jazz, blues e gastronomia em BH • Virginia ganha apoio de Vini Jr. após ataque de Luana Piovani envolvendo os filhos • Juliano Floss revela briga com a mãe por causa do BBB 26 • Oruam, mãe e irmão são alvos de nova operação policial contra facção no Rio • É torcedor e não quer assistir ao clássico entre Atlético e Cruzeiro? Veja nossas dicas • Goleiro do Zaragoza é suspenso por 13 jogos após acertar soco em rival • Em relação discreta, Mileide Mihaile compartilha nova foto e declaração de namorado •

Homem suspeito de assassinar parceira e simular acidente é detido durante funeral da vítima

Reprodução/ Redes sociais

Um homem de 43 anos, identificado como Alison de Araújo Mesquita, foi preso em flagrante nesta segunda-feira (15) enquanto comparecia ao velório de sua companheira, Henay Rosa Gonçalves Amorim, de 31 anos, em Divinópolis, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais. Ele é suspeito de ter cometido o feminicídio e de ter forjado um acidente de trânsito.

Durante o depoimento à Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), Alison negou sua participação no crime. A equipe policial estava presente no Cemitério Parque da Serra, onde o velório acontecia, e observou o comportamento do suspeito enquanto aguardava os resultados das análises periciais.

Segundo o boletim de ocorrência, Alison não demonstrou qualquer reação ao ser detido e não admitiu sua culpa. No dia anterior, ele e Henay estavam viajando pela MG-050 em um Volkswagen T-Cross, com Henay ao volante e Alison como passageiro. O carro colidiu com um micro-ônibus que vinha na direção oposta.

Os familiares de Henay foram os primeiros a levantar suspeitas de feminicídio e acionaram a Polícia Civil para investigar o que realmente aconteceu. Durante a passagem por um pedágio, a atendente notou que Henay estava inconsciente enquanto Alison dirigia do banco do passageiro, utilizando um pé para controlar o freio e o acelerador, já que o veículo era automático.

Após o acidente, uma testemunha que estava no micro-ônibus desceu para ajudar e relatou que a mulher parecia “gelada” logo após a colisão. O investigador da PCMG, João Marcos Ferreira, esclareceu que o corpo de uma pessoa começa a resfriar pelo menos duas horas após a morte.

Exames necroscópicos mostraram lesões que sugerem asfixia como uma possível causa da morte de Henay. Mensagens encontradas no celular da vítima indicam que ela sofria violência doméstica.

Durante o interrogatório, Alison admitiu ter agredido Henay durante a viagem e afirmou que bateu a cabeça dela com força contra o carro. Ele alegou que a mulher desmaiou ao passar pelo pedágio, mas que ela teria recuperado a consciência e provocado a colisão. Essa versão é contestada pelas evidências coletadas pela PCMG.

Marcas de unhas foram encontradas no braço e no rosto do suspeito, que alegou que foram causadas por Henay. Ele também confessou que a agrediu antes da viagem em um apartamento em Belo Horizonte, onde a polícia encontrou vestígios de sangue. Investigações adicionais da PCMG irão determinar se o sangue era de Henay e se ela deixou o apartamento viva ou morta.

De acordo com a PCMG, o relacionamento entre o casal, que durou cerca de sete meses, era caracterizado por constantes conflitos e agressões. O delegado responsável pelo caso comentou que, devido ao medo, Henay não buscou ajuda da polícia em várias ocasiões.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade