AO VIVO: Rádio JMV
--:--
26°C ☀️ Ensolarado
USD R$ --
BTC $ --
JMV News
Programa Atual
JMV News - Notícias e Atualizações em Tempo Real 24 horas
Cruzeiro é superado pelo Grêmio em amistoso com falhas e pênaltis perdidos • Luciana Gimenez defende Mick Jagger contra críticas nas redes sociais • Ganhador do ‘Familhão’ é flagrado com avental do Masterchef durante entrega de prêmio na Globo • Virginia Fonseca e Vini Jr. são vistos juntos em celebração na Itália • Festival Planeta Brasil sinaliza retorno a Belo Horizonte em 2027 • Descubra o Gameleira: 10 locais imperdíveis na região de Belo Horizonte • Morre o ator Rui Rezende, conhecido pelo papel de professor em “Roque Santeiro”, aos 88 anos • Kaio Jorge atinge 100 jogos pelo Cruzeiro e mantém média expressiva de gols • Vídeo inédito de Oliver Tree é lançado um mês após sua morte em acidente aéreo • Ator Rui Rezende, conhecido por seu papel em “Roque Santeiro”, falece aos 88 anos • Cruzeiro é superado pelo Grêmio em amistoso com falhas e pênaltis perdidos • Luciana Gimenez defende Mick Jagger contra críticas nas redes sociais • Ganhador do ‘Familhão’ é flagrado com avental do Masterchef durante entrega de prêmio na Globo • Virginia Fonseca e Vini Jr. são vistos juntos em celebração na Itália • Festival Planeta Brasil sinaliza retorno a Belo Horizonte em 2027 • Descubra o Gameleira: 10 locais imperdíveis na região de Belo Horizonte • Morre o ator Rui Rezende, conhecido pelo papel de professor em “Roque Santeiro”, aos 88 anos • Kaio Jorge atinge 100 jogos pelo Cruzeiro e mantém média expressiva de gols • Vídeo inédito de Oliver Tree é lançado um mês após sua morte em acidente aéreo • Ator Rui Rezende, conhecido por seu papel em “Roque Santeiro”, falece aos 88 anos •

Trump ridiculariza o cenário global e afirma que nações desejam se submeter a ele

Com seu estilo característico, Donald Trump fez questão de zombar das nações que tentam negociar com os Estados Unidos na tentativa de reduzir as exorbitantes tarifas de importação que foram impostas aos seus produtos. Durante um evento de arrecadação de fundos para o Partido Republicano, o presidente americano declarou: “Esses países me ligam, desejam se submeter a mim, estão ansiosos para fechar um acordo”.

Em uma imitação caricatural das súplicas de líderes estrangeiros, Trump disse: “Por favor, senhor, faça um acordo. Eu farei qualquer coisa, senhor”. Ele enfatizou que os Estados Unidos “não precisam necessariamente” desses acordos, insinuando que o país é autossuficiente.

Poucas horas depois, a situação se complicou. A China retaliou as tarifas de 104% impostas a seus produtos, implementando tarifas de 84% sobre mercadorias americanas. Elon Musk, cuja empresa Tesla depende amplamente do mercado chinês, pode ter que intensificar suas relações com o presidente de modo mais próximo.

Em seguida, a União Europeia anunciou tarifas escalonadas sobre US$ 23 bilhões em produtos provenientes de estados americanos com forte presença republicana, como Louisiana e Georgia. Ao contrário da China, que se comprometeu a lutar contra as tarifas, os europeus mostraram resistência à guerra comercial, indicando que suas novas tarifas poderiam ser revogadas se os Estados Unidos se dispusessem a dialogar seriamente com a União Europeia, sem envolvimento de ações humilhantes.

O estrago causado por Donald Trump é profundo e irreversível, muito além das perdas financeiras nos mercados. Sua arrogância e irresponsabilidade minaram a base das relações econômicas e pessoais: a confiança. A desconfiança em relação ao presidente americano é palpável, e essa falta de fé afetará os Estados Unidos por um período indeterminado. O país, antes um porto seguro para investidores e aliados, se tornou um cenário de incerteza, especialmente se o próximo presidente seguir a mesma linha ideológica.

A desconfiança em relação aos Estados Unidos é tão intensa que há discussões na Alemanha sobre a possibilidade de repatriar o ouro mantido em Nova York, sob a custódia do Federal Reserve. A Alemanha, que possui a segunda maior reserva de ouro do mundo, mantém 37% de suas reservas do outro lado do Atlântico, uma decisão que remonta à Guerra Fria, quando o medo da invasão soviética pairava sobre a Europa Ocidental.

Atualmente, essa reserva totaliza 1.236 toneladas, equivalentes a cerca de US$ 113 bilhões. Os defensores da repatriação, liderados por uma associação de contribuintes, temem que o presidente americano possa, de alguma forma, se apropriar do ouro alemão sob pretextos questionáveis. A solução mínima, segundo eles, seria realizar uma contagem física dos lingotes em Nova York, especialmente após Trump, apoiado por Elon Musk, levantar dúvidas sobre a segurança da reserva de ouro dos Estados Unidos em Fort Knox. Ninguém realmente deseja se submeter ao presidente americano; isso é apenas uma fantasia de sua própria criação.

Já conferiu todas as atualizações e reportagens da coluna de hoje? Visite a coluna do Metrópoles.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade