Vencedora de um Oscar, Viola Davis, aos 60 anos, acumula em sua carreira papéis memoráveis, como Mrs. Miller em “Dúvida” (2008), Aibileen Clark em “Histórias Cruzadas” (2011), Rose Lee Maxson em “Um Limite Entre Nós” (2017) e Ma Rainey em “A Voz Suprema do Blues” (2020). Em conversa com o Letterboxd, a atriz compartilhou sua seleção pessoal dos quatro filmes que considera os melhores de todos os tempos. Confira a lista abaixo.
‘Cooley High’ (1975)
Dirigido por Michael Schultz, este filme retrata a amizade entre Preach (Glynn Turman), um jovem aspirante a escritor, e Cochise (Lawrence Hilton-Jacobs), um talentoso jogador de basquete. Ambientado em Chicago no início dos anos 1960, a trama explora a vivência da juventude negra americana, repleta de romances, aventuras e desafios inesperados. O filme não está disponível em serviços de streaming.
‘Cidadão Kane’ (1941)
Considerado um dos maiores clássicos de Orson Welles, essa obra é um marco na história do cinema. A morte do magnata da imprensa Charles Foster Kane (Orson Welles) desencadeia uma investigação para desvendar o significado de sua enigmática última palavra: “Rosebud”. O filme pode ser encontrado na Apple TV e também está disponível para aluguel no Prime Video.
‘Klute – O Passado Condena’ (1971)
Esse thriller psicológico, dirigido por Alan J. Pakula, mergulha em temas de paranoia, desejo e perigo, com uma atuação aclamada de Jane Fonda. O detetive John Klute (Donald Sutherland) investiga o desaparecimento de um executivo e acaba se envolvendo com Bree Daniels (Jane Fonda), uma acompanhante que se torna crucial para a resolução do mistério. O filme está disponível na Apple TV e para aluguel no Prime Video.
‘O Amor e a Fúria’ (1994)
Ambientado em Auckland, este filme aborda a luta de uma família maori contra a violência doméstica e a busca pela preservação de sua identidade cultural. Jake “the Muss” (Temuera Morrison) impõe sua agressividade sobre a família, enquanto Beth (Rena Owen) se esforça para proteger os filhos e fortalecer suas raízes. Dirigido por Lee Tamahori, é uma obra intensa, dolorosa e transformadora.