A atriz Laura Keller, de 39 anos, se manifestou sobre as críticas que vem recebendo em relação à sua produção de conteúdo adulto. Em um post recente no Instagram, Keller expressou sua indignação em relação às ofensas que tem enfrentado, destacando que a liberdade de escolha em sua carreira deve ser respeitada.
No comunicado, Laura Keller mencionou que tem sido alvo de ataques e julgamentos que a incomodam, especialmente por parte de pessoas que se dizem admiradoras de seu trabalho. “Acho que preciso refrescar a memória de algumas pessoas que estão me atacando, me julgando e me ofendendo em vários âmbitos da minha vida”, afirmou a atriz, deixando claro seu descontentamento com a situação.
Ela ressaltou que sua trajetória profissional sempre esteve ligada à sensualidade e à liberdade de expressão. “Meus amores, por trás da Laura Keller de hoje, existe uma longa história baseada na beleza, sensualidade, nudez e afins. Isso nunca foi um problema, um fardo ou, como tem umas dizendo, ‘um horror’. Muito pelo contrário: faço com prazer, eu gosto”, explicou.
Keller também se posicionou sobre o fato de que algumas mulheres podem não se identificar com sua escolha de carreira. “Eu entendo que algumas mulheres não se identifiquem com essa liberdade, e está tudo bem — mas me julgar por isso não faz sentido. Falar que é minha fã, mas se enfurecer na hora em que estou feliz, livre e vivendo da minha maneira, acho muito estranho”, comentou, refletindo sobre a contradição presente nas reações que recebe.
A atriz fez questão de afirmar que sua escolha de produzir conteúdo adulto não altera seu caráter ou sua capacidade de ser mãe. “Eu continuo a mesma: divertida, bem-humorada, dona de casa, mãe [de Jorge Emanuel, 5] — uma ótima mãe, porque nada, repito, nada vai mudar a minha maternidade”, declarou, enfatizando a importância de sua função familiar.
Por fim, Laura Keller fez um apelo aos críticos, sugerindo que se concentrem em suas próprias vidas. “Vocês que estão julgando isso, [esse ato] fala muito mais sobre vocês do que sobre mim. Vivam a vida de vocês como vocês quiserem e deixem eu viver a minha, porque agora eu posso encher a boca e dizer: ‘A vida é minha e eu faço o que eu quero com ela.’ Isso é lindo e libertador na minha concepção”, concluiu.
A declaração de Keller não apenas reflete sua defesa pessoal, mas também levanta questões sobre a liberdade de expressão e a aceitação das escolhas profissionais de cada indivíduo, especialmente em um campo que ainda enfrenta estigmas sociais.