O cancelamento abrupto do reality show “As Patroas”, protagonizado por Viih Tube e Eliezer, continua a gerar repercussões nas redes sociais. Após uma onda de críticas que resultou no arquivamento do projeto, as funcionárias do casal decidiram se manifestar publicamente em defesa de seus patrões, uma atitude que emocionou a influenciadora digital.
Ao assistir a um vídeo em que sua equipe doméstica se posiciona contra as críticas recebidas na internet, Viih Tube expressou seu carinho nos comentários da publicação, afirmando: “Eu amo vocês”. Essa demonstração de afeto foi prontamente retribuída por uma das colaboradoras que participou do programa, que destacou o motivo de seu desabafo: “A gente ama vocês também. Deus e nós sabemos o quanto vocês são incríveis, por isso fiquei indignada”.
A indignação da funcionária reflete o sentimento predominante entre as colaboradoras em relação ao que elas percebem como um “cancelamento” injusto. No vídeo de defesa, as funcionárias esclareceram que a participação nas atividades do reality era totalmente voluntária e que todas as regras haviam sido previamente explicadas e aceitas, sem qualquer tipo de coerção ou pressão.
As colaboradoras lamentaram profundamente a interferência negativa do público. Elas ressaltaram que são tratadas com respeito e dignidade no cotidiano da mansão e enxergavam a participação no programa como uma oportunidade valiosa para ganhar prêmios significativos, que incluíam dinheiro e uma motocicleta, recompensas que, segundo elas, seriam difíceis de obter em outras circunstâncias.
Incomodadas com a rotulação de “exploração” que surgiu nas redes sociais, as participantes do vídeo pediram o fim das críticas direcionadas a Viih Tube e Eliezer. De forma clara, afirmaram que têm total autonomia para tomar suas próprias decisões e que não necessitam de internautas se manifestando em seu nome.
A situação envolvendo o cancelamento do reality e a defesa das funcionárias evidencia a complexidade das relações de trabalho e a pressão que figuras públicas enfrentam nas redes sociais. O caso também levanta questões sobre a responsabilidade dos espectadores e a forma como as opiniões são formadas e disseminadas na era digital. A defesa das colaboradoras ilustra um desejo de proteger suas escolhas e a imagem de seus patrões, em um cenário onde a linha entre crítica e ataque pode se tornar tênue.