A influenciadora digital Ravena Hanniely, de 25 anos, compartilhou sua experiência com uma superstição peculiar que adotou durante a Copa do Mundo: a decisão de não ter relações sexuais antes dos jogos da Seleção Brasileira. A prática, inspirada na rotina de concentração dos jogadores, tornou-se um ritual pessoal que Ravena segue rigorosamente sempre que o Brasil entra em campo.
A ideia de Ravena surgiu enquanto ela acompanhava as preparações da Seleção para a Copa do Mundo. Em entrevistas, muitos jogadores mencionavam a importância da concentração e do foco antes das partidas, o que fez com que ela refletisse sobre a possibilidade de criar um ritual próprio. “Eu sempre vejo os jogadores falando de concentração, foco e preparação antes das partidas. Pensei que, se eles têm os próprios rituais, eu também poderia criar o meu”, afirmou.
Desde que adotou essa superstição, Ravena relata que, nos dias de jogo da Seleção, ela se dedica a entrar em um estado de concentração, adiando outras atividades. A influenciadora menciona que essa escolha rapidamente se tornou um tema de conversa entre amigos e conhecidos, que começaram a questionar a seriedade de sua decisão. “Agora ninguém me convence a quebrar essa superstição antes dos jogos. Vai que justamente no dia em que eu resolvo mudar, o Brasil perde? Prefiro não arriscar”, disse.
A prática, embora possa parecer trivial para alguns, reflete um comportamento comum entre torcedores durante grandes competições esportivas. Ravena destaca que muitos fãs desenvolvem seus próprios rituais, como usar a mesma camisa, assistir aos jogos em locais específicos ou repetir manias que consideram trazer sorte. “Pode parecer bobagem, mas durante a Copa cada torcedor acaba criando o próprio ritual”, comentou.
Embora Ravena não acredite que sua escolha tenha um impacto direto nos resultados em campo, ela reconhece que a Copa do Mundo é um momento propício para a criação de costumes entre os torcedores. “Tem gente que usa sempre a mesma camisa, assiste aos jogos no mesmo lugar ou repete alguma mania para dar sorte. Eu acabei criando a minha. Se o Brasil continuar vencendo, vou manter essa concentração até o fim da Copa”, afirmou.
Por fim, a influenciadora conclui que, neste momento do torneio, não se sente à vontade para alterar sua rotina. “Agora não tenho coragem de mudar no meio do campeonato”, finalizou. A superstição de Ravena reflete uma faceta do fervor esportivo que permeia a cultura popular durante eventos como a Copa do Mundo, onde cada detalhe pode parecer significativo para os torcedores.