A artista Gloria Gaynor, de 81 anos, fez uma doação aproximada de R$ 119 mil para partidos associados a Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos. Essa contribuição foi oficialmente registrada pela Comissão Eleitoral Federal (FEC).
O que ocorreu
A relação de Gloria com os republicanos se intensificou após sua seleção para receber uma homenagem. Juntamente com Sylvester Stallone e a banda KISS, ela será agraciada com o Prêmio Kennedy, uma distinção americana que reconhece artistas que tiveram um impacto significativo na cultura do país.
Apesar da reação negativa de alguns fãs nas redes sociais, que pediram que ela não participasse do evento, Gloria decidiu confirmar sua presença. “Espero que, ao aceitar essa homenagem, eu possa dar continuidade ao fenômeno inspirador que começou com ‘I Will Survive'”, declarou a cantora em um comunicado ao Daily Mail, referindo-se a um dos maiores sucessos de sua carreira, amplamente utilizado pela comunidade LGBTQIA+.
As doações da artista para candidatos republicanos ocorreram entre 2023 e 2024. Nascida Gloria Fowles, ela contribuiu para diversas campanhas de políticos republicanos, incluindo Ted Cruz, senador do Texas, e Kevin McCarthy, ex-presidente da Câmara dos Representantes.
De acordo com o The Independent, Gloria também destinou recursos a figuras ligadas ao governo atual, como Mike Johnson, presidente da Câmara, e Marco Rubio, conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump.
Entre outros líderes conservadores que receberam apoio financeiro de Gaynor estão a ex-embaixadora de Trump na ONU, Nikki Haley, o ex-secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Ben Carson, e Vivek Ramaswamy, que competiu contra Trump nas primárias republicanas de 2024 como candidato ao governo de Ohio.
Os registros também mostram que, em 2025, a cantora já havia feito quatro doações para a WinRed, uma plataforma de arrecadação vinculada ao Partido Republicano, apoiada pelo Comitê Nacional Republicano. A primeira contribuição de Gaynor à WinRed ocorreu em 29 de agosto de 2023.