Nesta quarta-feira, o Atlético sofreu a confirmação de seu rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro sub-20. No ano anterior, foi a equipe feminina do Galo que enfrentou a mesma situação, caindo para a segunda divisão. Esses episódios são inaceitáveis para um clube de tamanha grandeza.
Os desempenhos em ambas as categorias acendem um sinal de alerta. No caso do futebol feminino, fica evidente a falta de investimento. Embora o time tenha retornado recentemente à primeira divisão, para se tornar competitivo entre os melhores, é fundamental elevar seu nível. O Atlético precisa compreender que o investimento é a chave para colher os frutos desejados.
Tratar o futebol feminino com respeito, oferecendo uma equipe forte e condições adequadas de trabalho, deve ser uma prioridade. É importante reconhecer os avanços recentes, como a participação das jogadoras na Arena MRV pela primeira vez, que pode ser um sinal de valorização que precisa se intensificar.
A queda do time sub-20 é uma notícia igualmente lamentável. Considerando a estrutura e os investimentos do Atlético, o rebaixamento do time júnior é um verdadeiro constrangimento. Embora a atual geração não seja das mais promissoras, como o clube reconhece, isso não justifica a situação. Se a qualidade da base era insatisfatória, medidas corretivas deveriam ter sido implementadas antes. Infelizmente, isso não ocorreu, e agora vemos os resultados disso.
No setor de base, o clube está passando por uma reformulação desde a chegada de Luiz Carlos de Azevedo, ex-Flamengo. Muitas mudanças estão em andamento, e ainda é cedo para avaliar se são melhorias ou retrocessos. É encorajador notar as transformações, pois o rebaixamento do sub-20 serve como um alerta claro: houve uma série de erros nos últimos anos. Esperamos que a partir de agora a situação realmente comece a mudar.
Saudações.