O câncer de esôfago é uma condição que atinge o tubo digestivo responsável por transportar os alimentos da garganta até o estômago. Essa doença costuma apresentar um desenvolvimento rápido e silencioso, sendo frequentemente identificada apenas em estágios avançados, o que torna o tratamento mais desafiador e diminui as chances de recuperação. Um exemplo recente que gerou repercussão foi a morte do ex-presidente uruguaio, José “Pepe” Mujica, que faleceu aos 69 anos devido a essa enfermidade, diagnosticada em 2024.
No Brasil, a ocorrência de câncer esofágico tem aumentado. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são projetados mais de 11 mil novos casos anualmente, com maior incidência entre homens acima dos 50 anos. “Esse câncer é considerado silencioso, sendo frequentemente descoberto em fases avançadas, o que complica o tratamento e prejudica o prognóstico”, comenta Ramon Andrade de Mello, oncologista do Centro Médico Paulista High Clinic Brazil – São Paulo e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia.
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