A primeira grande contratação da Era John Textor no Botafogo foi Patrick de Paula. Em 2022, o volante foi parar no Glorioso por 6 milhões de Euros (R$ 33 milhões à época). E entre frustrações, atuações como coadjuvante e empréstimos, o contrato do meio-campista com o clube vai acabando junto com o tempo do empresário. Os ciclos do gesto e do jogador no Glorioso coincidem. E vão se fechando.
Patrick está cedido ao Remo. Até esteve no centro de treinamentos do Botafogo, mas não está nos planos da equipe. O vínculo dele com a equipe paraense está chegando ao fim este mês, assim como o dele com Alvinegro.
Já Textor assinou para ser o dono da SAF do clube no início de 2022, após acerto no final do ano anterior. E ele fez da então revelação palmeirense a primeira amostra do poder de compra que ele detinha. Em seguida foram feitos outros investimentos vultosos.
O meio-campista, contudo, jamais se aproximou do jogador que foi no clube paulista, no qual disputou 151 jogos. No Botafogo, mesmo em mais temporadas a afirmação não aconteceu. Foram 22 jogos na primeira temporada, 21 no ano passado e um total de três empréstimos.
Assim como a presença do dinheiro do empresário inglês multiplicou a dívida do Botafogo, apesar do sucesso esportivo em 2024, o período do vínculo de Patrick no clube foi de mais problemas e períodos infelizes do que de sucessos.
Vejamos os próximos capítulos. De ambos.