A sensibilidade dentária é um problema que atinge milhões de brasileiros, transformando momentos de prazer, como o ato de degustar um sorvete ou uma bebida quente, em experiências desconfortáveis. A cirurgiã-dentista Bruna Conde afirma que, embora essa condição seja desafiadora, existem soluções viáveis que exigem cuidados específicos.
“A sensibilidade dentária se manifesta quando o esmalte, que é a camada protetora dos dentes, se desgasta, ou quando a gengiva se retrai, deixando a dentina exposta. A dentina é a parte interna do dente que contém túbulos que se ligam ao nervo”, esclarece Conde.
De acordo com o Manual das Doenças Não Cariosas e da Síndrome do Envelhecimento Precoce Bucal, a hipersensibilidade dentária é caracterizada por uma dor intensa e breve, que surge em resposta a estímulos térmicos, táteis, osmóticos e químicos. Pesquisas recentes indicam que essa condição pode afetar entre 30% e 90% da população, com variações dependendo do estilo de vida.
“Muitas pessoas não têm consciência de que a sensibilidade dentária pode ser influenciada por diversos fatores cotidianos, como transtornos de ansiedade, apneia obstrutiva do sono, refluxo gastroesofágico e até hábitos alimentares que incluem o consumo excessivo de alimentos ácidos”, destaca Conde.
Para mais informações, confira a reportagem completa na Alto Astral, colaboradora do Metrópoles.
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