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Toffoli: Proprietário do Banco Master teria explorado brechas no mercado de forma sistemática

Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, Nelson Tanure, um influente empresário, e João Carlos Mansur, fundador e ex-CEO da Reag Investimentos, estão sendo investigados no âmbito do Caso Master, sendo descritos como parte de uma organização criminosa que supostamente explorava brechas no mercado de capitais e no sistema regulatório e de fiscalização.

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), baseou suas declarações em informações fornecidas pela Polícia Federal, apontando esses indivíduos como suspeitos de utilizarem fundos de investimento em uma complexa rede de entidades interligadas por laços societários, familiares ou funcionais, com o intuito de fraudar o sistema financeiro.

Conforme evidenciado pela Procuradoria-Geral da República e pela PF, Toffoli observou que existem elementos suficientes que indicam a exploração sistemática de vulnerabilidades no mercado de capitais e na regulação financeira. As investigações estão sendo conduzidas pela 8ª Vara Criminal Federal de São Paulo, tendo sido iniciadas em 27 de maio de 2025.

O inquérito foi instaurado para investigar crimes contra o sistema financeiro nacional, supostamente cometidos por várias pessoas relacionadas ao Banco Master, no contexto de uma organização criminosa. A partir de quebras de sigilo, foram realizadas buscas e apreensões em pelo menos 39 alvos, resultando no sequestro e bloqueio de bens e valores que somam até R$ 5.775.234.097,25 (5,7 bilhões), além do levantamento do sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades.

Durante o processo, que estava em trâmite em São Paulo antes de ser assumido por Toffoli, a Polícia Federal solicitou busca e apreensão contra João Carlos Falbo Mansur, após informações do Banco Central do Brasil ao Ministério Público Federal que apontavam indícios de crimes relacionados ao Banco Master e à Reag Trust DTVM.

No que diz respeito a Nelson Tanure, as autoridades indicaram que ele é considerado o beneficiário final da Lormont Participações, cujas CCBs de R$ 73,7 milhões representaram 97% da carteira do FIDC Maranta em operações entre partes conectadas. Ele é também identificado como sócio oculto do Banco Master, exercendo influência através de fundos e estruturas societárias complexas, o que justificou o bloqueio de seu patrimônio.

A decisão de Toffoli menciona que o histórico das investigações anteriores, apresentado pela Polícia Federal, sugere a existência de uma organização criminosa estruturada desde a década passada, evidenciando que os eventos em análise não são resultado de um descontrole ocasional. “Esses fatos demonstram o planejamento e a evolução das atividades ilícitas dos envolvidos e devem ser considerados dessa forma”, afirma a decisão.

Em nota enviada à imprensa, Nelson Tanure se defendeu, afirmando que não controla o Banco Master e que suas interações com a instituição foram estritamente comerciais, realizadas dentro da legalidade. Ele também negou qualquer participação ou conhecimento sobre relações do banco com terceiros, destacando que os recursos investidos têm origem na sua trajetória empresarial e se colocando à disposição das autoridades.

A assessoria de Daniel Vorcaro optou por não comentar o caso.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade