O advogado-geral da União, Jorge Messias, recebeu o apoio do Partido Socialista Brasileiro (PSB) nesta terça-feira (28/4), véspera da sabatina no Senado, para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
Em nota, o partido disse que “entende que o STF deve ser composto por juristas com experiência, equilíbrio, independência e compromisso público” e que Messias sempre mostrou “compromisso com a Constituição, respeito às instituições democráticas e sensibilidade às demandas da sociedade brasileira”.
Mais cedo, Messias participou de um almoço com o presidente do PSB, João Campos, do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG). O nome do senador foi um dos ventilados para ocupar a vaga deixada pela aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no entanto, preferiu Messias.
A não escolha de Pacheco desagradou ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Desde novembro, o AGU tenta superar a rejeição do senador. Na última semana, Messias se reuniu com Alcolumbre na casa do ministro do STF Cristiano Zanin, segundo a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.
Na sabatina, Messias precisa do apoio de 14 dos 27 senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e de 41 dos 81 no plenário. O governo espera conseguir pelo menos 15 votos na CCJ e 45 na segunda votação.
Jorge Messias e Lula
Jorge Messias foi indicado para o cargo de ministro do STF
Messias precisa de ao menos 41 votos
Lula com o ministro da AGU, Jorge Messias
Jorge Messias agradeceu a Malafaia por defesa da prerrogativa em indicaçao ao STF
Jorge Messias no Senado
O ministro da AGU, Jorge Messias, em entrevista ao Metrópoles
Receba notícias de Brasil no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal de notícias do Metrópoles no WhatsApp.
Receba notícias do Metrópoles no seu Telegram e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal de notícias no Telegram.