O Vasco da Gama decidiu não aceitar uma proposta de 31 milhões de euros (cerca de R$ 200 milhões) apresentada pelo Zenit em relação ao atacante Rayan. Em contrapartida, a diretoria cruzmaltina fez uma contraproposta de 50 milhões de euros (aproximadamente R$ 327 milhões). Apesar do forte interesse do clube russo, o Vasco permanece firme em sua posição, sustentado por uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros (R$ 500 milhões), e só considerará negociar o jogador em 2025 por valores que julgar adequados.
A informação inicial foi divulgada pelo jornalista Lucas Pedrosa e posteriormente confirmada pela equipe da Itatiaia. Com a cláusula rescisória de R$ 500 milhões, o Vasco assegura uma maior segurança nas negociações, permitindo que Rayan seja tratado apenas em condições financeiras favoráveis tanto para o clube quanto para o jogador, evitando assim uma perda abrupta por meio do pagamento da multa integral.
Um aspecto relevante do novo contrato é a variação do percentual dos direitos econômicos que o Cruzmaltino irá manter, dependendo do valor da venda final, proporcionando uma flexibilidade estratégica. Ambas as partes celebraram a conclusão da renovação que ocorreu no início de dezembro.