A atriz Andréia Horta, conhecida por seu papel como Zenilda na novela Três Graças, da Globo, ofereceu uma reflexão sincera neste domingo (9/11) durante uma entrevista ao jornal Extra, abordando temas como autoestima, vida cotidiana, maternidade e relacionamentos. Ela destacou que vive de forma simples, longe do brilho e da ostentação, e enfatizou a relevância da honestidade e da confiança nas interações pessoais.
Andréia enfatizou que sua rotina não se assemelha à de uma artista típica e compartilhou detalhes de seu dia a dia: “Faço compras pessoalmente, limpo a casa, levo o lixo para fora e preparo as refeições. Portanto, essa ideia de uma vida glamourosa definitivamente não faz parte da minha realidade”, revelou.
Ao discutir relacionamentos, Andréia Horta foi direta ao tocar na questão da confiança. “Nunca traí. Se já fui traída, nunca me contaram. Já fiz perguntas, mas sempre recebi negações”, confessou. A atriz acrescentou que prioriza a transparência e a clareza em suas relações, mesmo diante das incertezas.
“Costuma-se pensar, de forma equivocada, que quem é traído não é interessante. Existem pessoas incríveis, inteligentes, com caráter admirável, que possuem desejo sexual e mesmo assim são traídas. A culpa não é delas”, defendeu a atriz ao falar sobre sua personagem Zenilda em “Três Graças”.
Neste seu primeiro trabalho após se tornar mãe de Yolanda, em 2024, fruto de seu relacionamento de quatro anos com o ator Ravel Andrade, a mineira fez uma conexão entre Zenilda e a experiência da maternidade: “Nos identificamos em certos momentos, como quando estamos meio ‘desligadas’, sem atenção, sem captar as nuances, e nós adoramos ser mães!” expressou Horta.
Apesar das semelhanças, Andréia ressaltou que, ao contrário de sua personagem, sua carreira desempenha um papel fundamental em sua vida, simbolizando realização pessoal e autonomia. Com a chegada da maternidade, ela mencionou que essa relação passou por mudanças, adquirindo novos significados e prioridades, mas sem perder a relevância que sempre teve em sua trajetória.
Para Andréia, passar longos períodos longe da carreira, como sua personagem que é formada em Direito, mas opta por se dedicar exclusivamente ao lar e à família, é uma perspectiva difícil de imaginar, refletindo sobre a importância de equilibrar a vida pessoal e a profissional.