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Minissérie da Netflix explora o enigma de um serial killer italiano não identificado

Imagem: Reprodução e Divulgação

A minissérie “O Monstro de Florença” estreou na Netflix, narrando a história do mais notório serial killer da Itália, cujos crimes brutais permanecem sem um culpado definido.

Qual é a história real por trás desses crimes? Tudo começou em 1968, quando Barbara Locci e seu amante, Antonio Lo Bianco, foram assassinados a tiros dentro de um carro nas proximidades de Florença. O filho de seis anos de Locci, que estava dormindo no banco traseiro, conseguiu escapar e buscar ajuda.

As vítimas eram sempre casais jovens, surpreendidos enquanto estavam em momentos íntimos em veículos estacionados, e as mulheres eram frequentemente mutiladas. O padrão dos crimes era consistente: os assassinatos ocorriam geralmente nos finais de semana, em locais remotos. Até 1985, ano em que o autor cessou suas atividades, ele havia matado mais sete casais. O último ato de violência foi cometido contra os franceses Jean Michel Kraveichvili e Nadine Mauriot, que foram baleados e esfaqueados enquanto acampavam em uma floresta.

No total, 16 pessoas perderam a vida, e a conexão entre os crimes era a arma utilizada. O criminoso usava uma pistola Beretta calibre .22, municiada com balas da linha Winchester “série H”.

Erro na investigação
Vazamentos e informações equivocadas dificultaram a resolução do caso. Stefano Mele, o marido de Barbara Locci, inicialmente confessou o assassinato da esposa e de seu amante, mas depois retratou-se. Francesco Vinci, um ex-parceiro de Locci, foi apreendido primeiro e permaneceu preso por mais de um ano. O juiz Mario Rotella também deteve o irmão de Mele, Giovanni, e o cunhado Piero Mucciarini, mas os assassinatos de 1984 ocorreram enquanto estavam sob custódia, resultando em suas liberações.

O juiz focou sua investigação em Salvatore Vinci, irmão do ex-amante de Barbara Locci, que também havia sido amante dela. Ele foi preso, mas acabou sendo absolvido. Em 1989, todos os suspeitos da região da Sardenha foram inocentados.

Nos anos 90, a atenção se voltou para Pietro Pacciani, um agricultor com um passado de violência e agressão sexual. Condenado em 1994, sua sentença foi anulada em 1996 por falta de provas. Dois de seus supostos cúmplices, Giancarlo Lotti e Mario Vanni, foram sentenciados em 1998, mas ambos faleceram na prisão – Lotti em 2002 e Vanni em 2009.

Apesar de vários suspeitos ao longo dos anos, nenhuma evidência concreta vincula esses homens a todos os assassinatos. O DNA encontrado em uma bala na cena do crime das últimas vítimas do “Monstro de Florença” coincidiu com o DNA de balas recuperadas após os assassinatos de dois estudantes alemães em setembro de 1983.

A série está disponível na Netflix, composta por quatro episódios que exploram as diversas fases em que o serial killer atuou.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade