Com a chegada das férias escolares e o aumento das temperaturas, é vital redobrar a atenção à saúde das crianças. Este período é propício para passeios, viagens e atividades ao ar livre, mas também eleva os riscos que podem afetar o bem-estar dos pequenos.
Uma pesquisa publicada no PubMed revela que crianças com menos de nove anos são as mais vulneráveis ao calor extremo. O estudo aponta que um aumento de 5 °C na temperatura pode resultar em um aumento de até 4,6% nas internações pediátricas.
A pediatra Andrea Dambroski, que atua no departamento de Saúde Escolar da Rede Positivo, enfatiza a importância da prevenção como parte da rotina. “É essencial aumentar a supervisão das crianças, tanto em ambientes externos quanto internos durante as férias”, destaca.
As crianças pequenas têm maior propensão à desidratação, pois podem não perceber a sede com a mesma frequência. “É crucial oferecer água regularmente, mesmo que elas não solicitem”, aconselha a especialista.
Alguns sinais, como urina escura, sonolência e lábios secos, podem indicar desidratação. Em casos mais sérios, como diminuição da urina ou letargia, é fundamental procurar atendimento médico.
Além disso, a exposição prolongada ao sol pode elevar a temperatura corporal e causar desconforto. A orientação é evitar a exposição solar entre 10h e 16h, optar por roupas leves e fazer pausas em sombra.
Sintomas como vômitos persistentes, confusão mental ou desmaios exigem avaliação médica imediata.
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