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5 Cinemas Históricos de Rua que Deixaram sua Marca em Belo Horizonte

Créditos da imagem: Reprodução/ Instagram @bh_antigamente

Nos tempos áureos dos cinemas de rua, as salas de exibição de Belo Horizonte desempenhavam um papel fundamental na vida cultural da cidade. Espalhadas pelos bairros do Centro, Savassi e Padre Eustáquio, essas salas se tornaram verdadeiros pontos de encontro para públicos variados. Eram locais de socialização, onde grandes lançamentos cinematográficos e a arquitetura peculiar enriqueciam a experiência do público, indo além da simples projeção de filmes.

Apesar de muitas dessas salas terem fechado as portas ou perdido sua função original, sua presença permanece viva na memória coletiva. Revisitar esses locais é uma forma de recontar importantes capítulos da história cultural da capital, em um tempo em que ir ao cinema era um ritual social e urbano. Conheça cinco cinemas que marcaram época e ainda evocam nostalgia:

Cine Pathé
O Cine Pathé teve um papel significativo na cena cultural de Belo Horizonte, com capacidade para 750 pessoas e duas localizações distintas. Inaugurado em 1920 na Avenida Afonso Pena, operou por 13 anos antes de mudar-se para a Avenida Cristóvão Colombo em 1948, onde permaneceu até 18 de abril de 1999. Resistindo ao fechamento de cinemas de rua, tornou-se um ícone do cinema de arte, embora sua fachada mostre sinais de descaso. Apesar disso, é protegido como patrimônio histórico. O edifício já abrigou uma igreja e atualmente funciona como estacionamento.
Endereço: Avenida Cristóvão Colombo, 1.328, Savassi

Cine Metrópole
Localizado na esquina da Rua da Bahia com a Rua Goiás, o Cine Metrópole rapidamente se destacou como um dos cinemas mais renomados de Minas Gerais, exibindo grandes produções de Hollywood. O público costumava comparecer às sessões de forma elegante, tornando a ida ao cinema um verdadeiro evento social. Funcionou como cinema entre 1942 e 1983, e antes disso, o prédio abrigava o Theatro Municipal, construído em 1906. No final da década de 1930, o então prefeito Juscelino Kubitschek pediu uma reforma no estilo eclético para o art déco. O local foi demolido em 27 de maio de 1983, dando lugar a uma agência do Bradesco.
Endereço: Rua da Bahia, 951, Centro

Cine Guarani
O Cine Guarani, com capacidade para 454 espectadores, foi construído entre 1926 e 1930 em um projeto art déco de Luiz Signorelli. Ao longo de sua história, adaptou sua programação, inicialmente voltada para um público mais elitizado. Com o tempo, tornou-se conhecido por sua qualidade em projeção e sonoplastia, buscando atrair o público jovem com filmes de classificação livre. Fechou as portas em 31 de março de 1980, passou por uma restauração em 2008 e hoje abriga um posto da Polícia e o Museu Inimá de Paula.
Endereço: Rua da Bahia, 1.189, Centro

Cine Progresso
Com capacidade para cerca de 1.400 pessoas, o Cine Progresso fazia parte de um movimentado circuito de cinemas nos bairros Carlos Prates e Padre Eustáquio. Entre as décadas de 1960 e 1970, a região abrigava seis cinemas, incluindo o Cine Azteca e o Cine São Carlos, que recebia 780 espectadores. O Cine São Carlos fechou em 9 de fevereiro de 1980, seguido pelo Progresso, que encerrou as atividades em 23 de fevereiro do mesmo ano. Nas décadas seguintes, o espaço abrigou a boate Phoenix e atualmente é ocupado por uma academia.
Endereço: Rua Padre Eustáquio, 2.545, Padre Eustáquio

Cine Art Palácio
Inaugurado em 1951 na Rua Curitiba com capacidade para 1.200 espectadores, o Cine Art Palácio rapidamente se tornou o cinema mais moderno de Belo Horizonte, atraindo público todos os dias, das 14h às 22h. Nos anos 1950 e 1960, também se destacou como um centro para cineclubistas, abrigando o Centro de Estudos Cinematográficos (CEC-MG), que promovia cursos e debates sobre cinema. No entanto, sua popularidade declinou com o tempo, e em 1983 exibiu o polêmico “Garganta Profunda”, evidenciando seu fim. O cinema fechou definitivamente em 5 de janeiro de 1992, encerrando uma rica história que marcou gerações de cinéfilos na cidade.
Endereço: Rua Curitiba, 601, Centro

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade