Nesta quinta-feira (6/11), Aline Wirley compartilhou que o grupo de WhatsApp do Rouge está mais ativo do que nunca! Além do documentário previsto para 2026, conforme revelado por Carla Bittencourt ao portal LeoDias, a cantora mencionou que as integrantes têm discutido a possibilidade de um retorno aos palcos. Embora ainda não haja uma previsão ou anúncio oficial, Aline deixou claro que há um desejo mútuo entre elas. “O Rouge já tem 23 anos, mas as pessoas sentem uma conexão muito intensa, algo que vai além do que eu e as meninas conseguimos explicar. Isso é para sempre! Nosso grupo no WhatsApp está bem agitado ultimamente, então, fiquem de olho”, comentou a artista sobre o contato frequente com suas companheiras.
Após a divulgação de uma reunião entre as integrantes e uma equipe de produção, tudo indica que o icônico grupo feminino dos anos 2000 será o tema de uma série documental com cinco episódios. As gravações estão previstas para o primeiro semestre de 2026 e o projeto está em negociações avançadas com a Warner para distribuição em plataformas de streaming. Uma produtora brasileira deve estar à frente do desenvolvimento, mantendo os detalhes em sigilo.
Entretanto, os fãs mais observadores já notaram alguns indícios: esta semana, Karin Hils postou um “photo dump” de outubro, incluindo uma captura de uma videochamada com Aline Wirley e Fantine Thó, reacendendo as especulações sobre um reencontro da girlband.
A série explorará não apenas a meteórica ascensão do grupo, mas também as tensões internas, os períodos de pausa e as diversas tentativas de reunificação ao longo dos anos. Com depoimentos inéditos e materiais de arquivo, a proposta é oferecer uma narrativa honesta e emocional, que ressoe tanto com o público antigo quanto com as novas gerações.
Formado em 2002 durante o reality show Popstars, o Rouge rapidamente se tornou um fenômeno nacional. Com sucessos como “Ragatanga”, “Um Anjo Veio Me Falar” e “Brilha La Luna”, o grupo vendeu milhões de álbuns, lotou turnês e deixou uma marca indelével em uma geração que acompanhou a trajetória das cinco artistas. Mesmo após o encerramento das atividades, o impacto cultural do Rouge permanece, consolidando seu status como uma das formações femininas mais queridas e celebradas da música pop brasileira.