Na quarta-feira (15/10), Nicki Minaj se destacou nas redes sociais por seu novo papel de provocadora digital, gerando polêmica após cancelar o lançamento de um álbum que estava previsto para março de 2026. A rapper não hesitou em apontar Jay-Z como responsável por uma suposta dívida antiga, tanto “kármica” quanto financeira.
A controvérsia teve início quando Nicki fez uma publicação no X (antigo Twitter), alegando que Jay-Z lhe deve entre US$ 100 e 200 milhões, o que equivale a cerca de R$ 500 milhões a R$ 1 bilhão. Segundo ela, teria direito a 3% da Tidal, plataforma de streaming fundada por Jay-Z em 2015, que oferece músicas e conteúdos exclusivos de grandes artistas, incluindo a própria Nicki. O desentendimento teria se intensificado após a venda da Tidal para a Square, empresa de Jack Dorsey, em 2021, momento em que Minaj afirma ter recebido apenas US$ 1 milhão.
“Estamos falando de uma quantia entre 100 e 200 milhões até agora. Jay-Z, entre em contato para resolver essa dívida kármica. Isso só está acumulando juros. Quite o que deve. Mas saiba que ainda te mantenho no meu TOP 5”, escreveu a rapper em um de seus posts.
Nicki também mencionou que, caso receba o valor que considera justo, pretende destinar parte dele a causas sociais. “Vou usar uma parte do dinheiro que Jay-Z me deve para ajudar alguns dos meus Barbz a ingressar na faculdade, pagando suas mensalidades e dívidas estudantis por meio da minha instituição de caridade Student of the Game”, declarou.
Poucas horas depois, ela anunciou o cancelamento do álbum programado para março de 2026, afirmando que só retornará ao projeto “quando tudo estiver resolvido”. “Ok, não lançarei mais o álbum. A música acabou. Espero que esteja feliz agora, Jay-Z. Adeus, Barbz. Amo vocês para sempre”, concluiu.