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Restaurante se pronuncia após morte de mulher que comeu escondidinho de camarão: ‘Fatalidade’

Após uma mulher, de 67 anos, morrer depois de comer um escondidinho de camarão no Restaurante Chefão BR-040, localizado no km 505 da rodovia, o estabelecimento se pronunciou. “Foi uma fatalidade”, afirmou em nota. A vítima foi identificada como Wilma Nunes Almeida.
“Ela já tinha problemas de saúde e já havia passado mal por três vezes no caminho antes de chegar ao restaurante. Inclusive sendo medicada pela família, que segundo relatou aos profissionais envolvidos na ocorrência, ela vomitou e se queixou de fortes dores no peito”, afirmou em nota o restaurante. Segundo familiares ouvidos pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a vítima saiu do Rio de Janeiro acompanhada de três irmãos, seguia para Goiás e parou no estabelecimento para almoçar.
“Quando ela chegou no restaurante e se sentou para almoçar, começou a passar mal. A família nos pediu para chamarmos o Samu. Chamamos o Samu, a Via Cristais e também a Polícia Militar, que chegaram juntos. Mas quando eles chegaram, ela já estava sem batimentos. Eles ficaram por mais ou menos uns 40 minutos tentando reanima-la, mas não conseguiram. Infelizmente. Foi tudo muito rápido e muito triste”, informou o Restaurante Chefão.
Sobre o escondidinho de camarão, o estabelecimento afirmou que a irmã da vítima disse que ela era alérgica e a alertou para não comer. Segundo o restaurante, a irmã pensou que poderia ter sido isso a causa da morte. “Mas nenhum dos profissionais envolvidos na ocorrência falaram a causa do óbito. Somente a autópsia pode identificar o que a levou a óbito. E só para ressaltar, todos os pratos servidos no nosso buffet são identificados com plaquinhas”, informou ainda o Chefão.
De acordo com informações repassadas pelo sargento Lopes, do 40º Batalhão, testemunhas relataram que a vítima não estava com óculos ao servir a refeição e colocou um escondidinho de camarão no prato.
Após a primeira garfada, a vítima teria sentido falta de ar, desmaiado e desfaleceu. Na mesa, uma irmã de Wilma relatou que sentiu cheiro do fruto do mar. A principal hipótese é que a mulher tenha sofrido uma reação alérgica.
Os parentes afirmaram saber que Wilma Nunes Almeida era alérgica a camarão. Por conta disso, a perícia foi dispensada da ocorrência. Além disso, os familiares já tinham relatado aos policiais que a mulher passou mal durante a viagem de carro, apresentou dores e sentiu falta de ar mesmo antes do almoço.
De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o corpo foi removido por um rabecão, levado ao Instituto Médico-Legal (IML), submetido a exames e liberado aos familiares. “A PCMG ressalta que aguarda a conclusão de laudos periciais para atestar as circunstâncias e a causa da morte”, informou em nota.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade