“‘Isso não pode ser um engano’, desabafa pai ao enterrar seu bebê de sete meses, morto por disparos israelenses na Cisjordânia. Sam Fahd Abou Haikal estava em um carro com a família quando foi atingido. A esposa do pai permanece hospitalizada. A situação é alarmante e levanta questões sobre a violência em áreas civis. #Cisjordânia #Conflito #DireitosHumanos”
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Uma Tragédia Inaceitável: Bebê Palestino é Vítima de Tiros em Incidente Militar
“Isso não pode ser um engano”, desabafou um pai palestino enquanto enterrava seu bebê de sete meses, Sam Fahd Abou Haikal. O pequeno foi tragicamente ferido e morto por disparos do Exército israelense na Cisjordânia ocupada.
No último dia 6, a família viajava em um carro próximo a Hebron, quando se tornou alvo de tiros. O pai, Fahd Abou Haikal, de 42 anos, relatou que, ao se aproximar de um ponto de controle militar, ouviu um barulho e levantou as mãos, mas foi rapidamente atingido por uma bala que atravessou o para-brisa, ferindo-o no braço.
Sua esposa, que também estava no veículo, foi atingida no rosto e continua hospitalizada, mas está em estado estável. A avó da criança, Feryal Abu Haikal, de 65 anos, estava a bordo e descreveu o momento aterrorizante em que ouviu os tiros e viu sua nora coberta de sangue.
Após investigação preliminar, o Exército de Israel admitiu que um de seus soldados disparou contra civis não suspeitos, alegando que o carro acelerou em direção às tropas. “Quando se dispara mais de uma bala, não há tiros de advertência e não há aviso, isso não pode ser um engano”, enfatizou o pai.
O gabinete do primeiro-ministro palestino, Mohamed Mustafa, fez uma declaração contundente: “Um recém-nascido que mal tinha começado sua vida tornou-se mais uma vítima da ocupação israelense!”
Este trágico incidente levanta sérias questões sobre a segurança e os direitos humanos na região. A comunidade internacional deve prestar atenção a essas questões urgentes.
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