Na ONU, os EUA, representados por Dan Negrea, refutaram a classificação do tráfico de escravizados como crime hediondo, argumentando que injustiças passadas não conferem direito à reparação. A proposta, aprovada por 123 países, busca reconhecimento e reparações pela escravidão transatlântica.
A Oposição dos EUA à Classificação do Tráfico de Escravizados como Crime Hediondo na ONU
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O presidente de Gana, John Dramani Mahama, discursa na Assembleia Geral da ONU durante sessão para votação de resolução que considera o tráfico de escravizados africanos como o pior crime da humanidade, em 25 de março de 2026. — Foto: Jeenah Moon/ Reuters