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Dólar recua para R$ 5,17, o menor nível em 20 meses; Bolsa brasileira alcança novo recorde

Na última sexta-feira (20), o dólar fechou a sessão com uma desvalorização de 0,98%, cotado a R$ 5,1758, marcando seu menor nível desde maio de 2024. Em contraste, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil, registrou um aumento de 1,06%, encerrando o dia aos 190.534 pontos, estabelecendo um novo recorde de fechamento.

O principal catalisador que influenciou os mercados globais foi a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de anular as tarifas de importação que haviam sido impostas pelo ex-presidente Donald Trump. O tribunal determinou que Trump ultrapassou sua autoridade ao aumentar as taxas, considerando o tarifaço ilegal.

Em resposta, Trump declarou que possui “métodos ainda mais robustos” para impor novas tarifas comerciais, enfatizando que “outras alternativas serão utilizadas”. O ex-presidente, então, acionou a Seção 122 da legislação comercial americana, que permite a imposição de tarifas temporárias, para implementar uma nova tarifa global de 10%.

Outro fator que contribuiu para a desvalorização do dólar foi o fraco desempenho da economia americana no quarto trimestre de 2025. De acordo com o Departamento de Comércio, o PIB dos EUA cresceu apenas 1,4% no período, bem abaixo da expectativa do mercado, que era de 3%. No trimestre anterior, a economia havia avançado 4,4%.

Além disso, o mercado acompanhou a divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE), que é um dos indicadores preferidos do Federal Reserve (Fed) para monitorar a inflação no país. O PCE subiu 0,4% em dezembro, após um aumento revisado de 0,2% no mês anterior. Em termos anuais, a alta foi de 2,9%, comparado a 2,8% em novembro.

No cenário internacional, o petróleo permaneceu em evidência devido à recente alta dos preços, impulsionada pelas tensões entre os EUA e o Irã. Há apreensões de que o conflito possa se intensificar e afetar o Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o comércio global de petróleo.

No Brasil, a agenda econômica era mais restrita, com destaque para a apresentação da taxa de desemprego do quarto trimestre pela Pnad Contínua. Segundo o IBGE, houve uma redução do desemprego em seis estados nesse período, enquanto nas demais regiões a taxa permaneceu estável.

Abaixo, confira mais detalhes sobre o dia no mercado.

Anulação das Tarifas
Na sexta-feira, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que Trump ultrapassou sua autoridade ao implementar um aumento generalizado de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais do país, o chamado “tarifaço”.

Com um placar de 6 votos a 3, a maioria dos juízes concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não confere ao presidente a capacidade de instituir tarifas de forma autônoma. Trump argumentou que a legislação de 1977 autoriza o presidente a tomar essas medidas em circunstâncias excepcionais.

O presidente da Corte, John Roberts, foi responsável pelo relatório da decisão e liderou a maioria. Os juízes Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh foram os que votaram contra.

Roberts destacou que Trump necessita de uma “autorização clara do Congresso” para justificar o tarifaço, citando um precedente da própria Suprema Corte. A decisão impacta principalmente as tarifas recíprocas, que são centrais na estratégia tarifária do governo. Outras tarifas já em vigor, como as que incidem sobre aço, alumínio e fentanil, continuam válidas.

Em resposta, o ex-presidente criticou a decisão e anunciou a implementação de uma nova taxa global de 10%. Em uma coletiva de imprensa, Trump declarou que possui “métodos ainda mais fortes” à sua disposição para estabelecer novas tarifas comerciais. “Outras saídas serão utilizadas”, afirmou, acrescentando que os EUA podem arrecadar “ainda mais recursos”.

Para instituir a nova tarifa, Trump informou que acionará a Seção 122, um dispositivo da legislação comercial americana que permite a imposição de tarifas temporárias. O ex-presidente também reiterou que sua administração pretende utilizar a Seção 301 para investigar práticas comerciais desleais, o que pode resultar em tarifas adicionais.

Além dessa nova abordagem comercial, Trump aproveitou a coletiva para criticar os juízes do tribunal, classificando a decisão como “vergonhosa” e “terrível”. “Os juízes que votaram contra as tarifas envergonham nossa nação. Nossa Suprema Corte está sendo influenciada por interesses estrangeiros”, disse o ex-presidente.

Mercados
Nos Estados Unidos, os principais índices de Wall Street encerraram a sexta-feira em alta, à medida que investidores avaliavam a decisão da Suprema Corte americana sobre o tarifaço de Trump, além de monitorarem dados econômicos.

O Dow Jones subiu 0,47%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq Composite avançaram 0,71% e 0,90%, respectivamente. A decisão da Suprema Corte também teve reflexos nos mercados europeus, que fecharam em sua maioria em alta. O índice pan-europeu STOXX 600 subiu 0,84%, atingindo 630,56 pontos.

Entre os principais destaques, o CAC-40 da França teve um aumento de 1,39%, o DAX da Alemanha subiu 0,87%, e o FTSE 100 do Reino Unido avançou 0,56%.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade