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EUA anunciarão sanções para restringir recursos de Maduro, afirma representante na ONU

Foto: Reprodução

Nesta terça-feira (23), os Estados Unidos comunicaram ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que irão implementar e reforçar sanções contra a Venezuela e seu líder, Nicolás Maduro, na maior extensão possível.

De acordo com o embaixador dos EUA na ONU, Mike Waltz, a intenção de Washington é cortar as fontes de financiamento do governo venezuelano, especialmente os lucros do petróleo, que estariam sustentando a “apropriação fraudulenta do poder e as atividades narcoterroristas” de Maduro. “A habilidade de Maduro de comercializar o petróleo da Venezuela sustenta sua reivindicação ilegítima de poder e suas ações ligadas ao narcotráfico. O povo venezuelano merece algo muito melhor”, declarou.

Os Estados Unidos acusam Maduro de liderar o Cartel de los Soles, um grupo supostamente envolvido no tráfico de drogas, e oferecem uma recompensa de US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 277 milhões) por informações que levem à sua captura.

A reunião do Conselho de Segurança nesta terça teve como pauta as reclamações da Venezuela à ONU sobre os ataques realizados pelos EUA no Caribe, além do cerco ao país anunciado pelo presidente Donald Trump, que resultou na apreensão de petroleiros.

Na mesma data, a Venezuela aprovou uma legislação que impõe penas de até 20 anos de prisão para aqueles que financiarem ou promoverem o que descrevem como pirataria ou bloqueios. A proposta, denominada “Projeto para Garantir a Liberdade de Navegação e Comércio contra a Pirataria, Bloqueios e Outros Atos Ilícitos Internacionais”, foi aprovada por unanimidade na Assembleia Nacional, que é dominada pelo partido governista de Maduro, e será enviada ao Executivo para sanção, entrando em vigor assim que publicada no Diário Oficial.

Essa nova lei, que abrange “outros crimes internacionais”, surge em um contexto onde os EUA têm realizado operações contra embarques de petróleo venezuelano. No dia 10 deste mês, o governo americano apreendeu seu primeiro petroleiro, com uma segunda interceptação confirmada em 20 de agosto, após Trump ter anunciado um bloqueio total a embarcações que partem de portos venezuelanos. Em ambas as situações, o governo da Venezuela denunciou os EUA por “pirataria” e afirmou que tomará “todas as medidas necessárias”, incluindo a busca por uma queixa no Conselho de Segurança da ONU.

Durante a sessão, Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia e aliado de Maduro, teceu críticas contundentes à oposição, acusando María Corina Machado e seus apoiadores de promoverem sanções contra a Venezuela e de se submeterem ao imperialismo americano. “Eles roubaram, saquearam e se curvaram ao imperialismo americano. Estão satisfeitos com as agressões que ocorrem atualmente no Mar do Caribe”, disse.

Na segunda-feira (22), Trump e Maduro trocaram farpas novamente. Trump, que anunciou uma nova classe de navios de guerra com seu nome em um evento na Casa Branca, sugeriu que a decisão mais sensata de Maduro seria renunciar. Questionado sobre o desejo de seu governo de depor Maduro, respondeu: “Isso depende dele e do que ele quiser fazer. Acho que seria inteligente da parte dele fazer isso [renunciar]. Se ele optar por se manter firme, essa será a sua última vez”.

Em resposta, durante uma feira de produtores venezuelanos, Maduro alfinetou o presidente americano, afirmando que Trump estaria melhor se se concentrasse mais em resolver os problemas de seu próprio país ao invés de se preocupar com a Venezuela. “Eu acredito que o presidente Trump poderia fazer mais por seu país e pelo mundo. Ele estaria em uma posição melhor se focasse nas questões que afetam seu próprio país. Não é aceitável que 70% de seus discursos e declarações sejam sobre a Venezuela. E os Estados Unidos?”, questionou.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade