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Lula antecipa assinatura do acordo Mercosul-UE para janeiro após solicitação da Itália

Ricardo Stuckert/PR

Neste sábado (20), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou que a formalização do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia está prevista para ocorrer em janeiro, em resposta a um pedido de adiamento da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni. Inicialmente, a expectativa era que o tratado fosse oficializado hoje, durante a cúpula de líderes do Mercosul em Foz do Iguaçu (PR), mas a resistência de agricultores, especialmente da Itália e França, impediu essa etapa.

“Na semana passada, surgiu uma questão com a primeira-ministra Meloni, não relacionada ao acordo entre o Mercosul e a União Europeia, mas sim a um desacordo interno na União Europeia. Meloni expressou que a distribuição de recursos para a agricultura na UE estava desfavorecendo a Itália, o que gerou um conflito com os produtores agrícolas locais. Assim, ela não poderia avançar com o acordo neste momento. Tive uma conversa telefônica com ela, e ela afirmou que, no início de janeiro, estaria pronta para assinar”, relatou Lula durante o encontro dos líderes do Mercosul.

O presidente também mencionou que essa previsão foi confirmada em uma correspondência que recebeu dos presidentes da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do Conselho Europeu, António Costa. “Se Meloni estiver disposta a assinar e a França for o único obstáculo, de acordo com Ursula von der Leyen e António Costa, não creio que a França consiga barrar o acordo sozinha. Espero que a assinatura ocorra, quem sabe, no primeiro mês da presidência do Paraguai, sob a liderança do companheiro Santiago Peña”, concluiu.

Negociado desde 1999, o tratado visa estabelecer a maior área de livre comércio do mundo, abrangendo cerca de 718 milhões de consumidores e um Produto Interno Bruto (PIB) estimado em US$ 22 trilhões. Apesar dos números impressionantes, a assinatura enfrenta a resistência de países europeus, principalmente França, Itália e Polônia, que temem perder mercado com a entrada de produtos agrícolas da América do Sul.

Na terça-feira (16), o Parlamento Europeu aprovou uma versão do acordo com regras mais rigorosas de proteção ao setor agrícola, uma condição apresentada pelo governo de Emmanuel Macron para apoiar as iniciativas comerciais. De acordo com as novas normas, os benefícios tarifários concedidos às nações sul-americanas poderão ser suspensos se a União Europeia determinar que eles estão prejudicando a agricultura europeia. Os parlamentares também aprovaram a possibilidade de iniciar uma investigação caso as importações de um produto agrícola aumentem em 5% em um período de três anos.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade