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EUA apreendem segundo petroleiro próximo à costa da Venezuela, segundo relatos de agências

1 de 1 Trump e Maduro — Foto: AP Photo/Evan Vucci; Reuters/Leonardo Fernandez

No último sábado (20), as forças dos Estados Unidos realizaram a interceptação e apreensão de mais um petroleiro em águas internacionais ao largo da costa da Venezuela. Este é o segundo incidente desse tipo em um intervalo inferior a duas semanas, indicando um aumento na pressão da administração Trump sobre o governo de Nicolás Maduro. A informação foi confirmada por dois oficiais americanos à agência de notícias Associated Press, que também teve o fato corroborado pela Reuters, que informou que a operação foi conduzida pela Guarda Costeira dos EUA.

As agências de notícias não divulgaram a nacionalidade do navio apreendido. Os oficiais, que não estavam autorizados a discutir publicamente a operação em curso, falaram sob condição de anonimato. Tanto a Guarda Costeira quanto o Pentágono encaminharam pedidos de comentários para a Casa Branca, que ainda não se manifestou. O governo venezuelano e a estatal de petróleo PDVSA também não responderam às solicitações.

Um dos oficiais descreveu a abordagem à Associated Press como um “embarque consentido”, esclarecendo que o petroleiro parou voluntariamente e permitiu que as forças americanas realizassem a abordagem. A ação ocorreu poucos dias após Trump ter anunciado um “bloqueio” a todos os petroleiros sancionados que entram ou saem do país sul-americano, e seguiu a apreensão de um petroleiro em 10 de dezembro, também realizada por forças americanas.

Após a primeira apreensão, Trump prometeu que os EUA implementariam um bloqueio à Venezuela. Desde então, alguns petroleiros sancionados têm evitado as águas da Venezuela, resultando em uma queda drástica nas exportações de petróleo do país. Embora muitas embarcações que transportam petróleo venezuelano estejam sob sanções, outras que transportam petróleo do Irã e da Rússia não enfrentam as mesmas restrições. Empresas como a Chevron, dos EUA, continuam a operar com navios autorizados para transportar petróleo venezuelano.

A China se destaca como a maior compradora do petróleo bruto da Venezuela, representando cerca de 4% de suas importações. Em dezembro, as exportações devem alcançar uma média superior a 600 mil barris por dia, conforme analistas consultados pela Reuters. O mercado de petróleo permanece bem abastecido, com milhões de barris a bordo de navios-tanque ao largo da costa chinesa à espera de descarregamento. Contudo, se o embargo persistir, a perda de quase um milhão de barris diários de petróleo bruto poderá pressionar os preços para cima.

Desde a imposição de sanções ao setor energético da Venezuela em 2019, comerciantes e refinarias têm recorrido a uma “frota fantasma” de navios-tanque que escondem suas localizações, além de embarcações que foram sancionadas por transportar petróleo do Irã ou da Rússia. Essa situação se desenrola em um contexto no qual Trump intensificou suas críticas a Maduro, afirmando que os dias do líder venezuelano estão contados.

Recentemente, Trump exigiu que a Venezuela devolvesse ativos que foram confiscados de empresas petrolíferas americanas anos atrás, reiterando seu anúncio sobre o “bloqueio” contra petroleiros que operam de ou para o país sul-americano que enfrenta sanções. O presidente dos EUA destacou os investimentos americanos perdidos na Venezuela ao justificar sua mais recente estratégia de pressão contra Maduro, insinuando que suas ações são motivadas, em parte, por disputas sobre petróleo, além de alegações de tráfico de drogas.

Os ataques a petroleiros ocorrem simultaneamente a uma ordem de Trump ao Departamento de Defesa para executar operações contra embarcações no Caribe e no Oceano Pacífico, que sua administração afirma estarem envolvidas no contrabando de fentanil e outras drogas ilegais para os EUA. Desde o início de setembro, pelo menos 104 pessoas foram mortas em 28 ataques conhecidos, que têm gerado críticas de legisladores e ativistas de direitos humanos, que afirmam que a administração pouco apresentou em termos de evidências de que seus alvos são realmente traficantes de drogas, caracterizando os ataques como execuções extrajudiciais.

Tradicionalmente, a Guarda Costeira, com o apoio da Marinha, interceptava embarcações suspeitas de contrabando de drogas no Mar do Caribe, buscando cargas ilícitas e prendendo os indivíduos a bordo para serem processados. A administração justificou esses ataques alegando que está em “conflito armado” com cartéis de drogas, visando interromper o fluxo de narcóticos para os Estados Unidos. Maduro, por sua vez, enfrenta acusações federais de narcoterrorismo nos EUA. Em uma entrevista à Vanity Fair, a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, revelou que Trump “quer continuar a atacar embarcações até que Maduro clame ‘basta’.”

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade