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Gripe K: o que se sabe sobre a nova variante do vírus influenza que preocupa a OMS

Um novo subtipo do vírus influenza, denominado gripe K, está gerando preocupação entre as autoridades de saúde. Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta sobre o “crescimento acelerado” dos casos desse subtipo desde agosto em várias nações.

Embora, de maneira geral, os índices de infecção estejam dentro do esperado para esta época do ano, a proximidade do inverno no Hemisfério Norte, que começa na próxima semana, traz à tona a preocupação da OMS. Em várias regiões do mundo, os aumentos de casos estão acima do normal e se iniciaram de forma antecipada.

“Aos poucos, alguns países estão reportando o começo precoce da temporada de influenza. Em outros lugares, a atividade do vírus está aumentando, embora ainda não tenha alcançado níveis epidêmicos”, afirma a entidade.

Quanto ao Brasil, a nova cepa já foi identificada, conforme informações do Ministério da Saúde. O Informe de Vigilância das Síndromes Gripais, referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro, revelou que o subclado K da Influenza A (H3N2) foi encontrado em amostras coletadas no Pará. O documento também aponta a identificação do subclado J.2.4 do mesmo vírus.

As autoridades ressaltam a importância da vacinação e da manutenção da vigilância epidemiológica para monitorar a atividade viral. A seguir, apresentamos um panorama sobre a gripe K.

– O que é a gripe K? O vírus influenza, causador da gripe, é classificado em quatro tipos: A, B, C e D. Os tipos A e B são os principais responsáveis pelas epidemias sazonais, que ocorrem geralmente durante o inverno, e ambos possuem subdivisões.

O tipo B, por exemplo, tem duas linhagens: B/Yamagata e B/Victoria. O tipo A, por sua vez, possui diversos subtipos, que são classificados com base nas combinações de suas proteínas H e N, localizadas na superfície do vírus.

Atualmente, segundo a OMS, os subtipos do influenza A que circulam globalmente são o H1N1 e o H3N2. Contudo, existem variantes desses vírus, denominadas subclados, que variam conforme sua composição genética.

É nesse contexto que surge a “gripe K”, um subclado do H3N2, oficialmente chamado de J.2.4.1. Essas variações são esperadas e fazem parte do processo evolutivo do vírus influenza, o que justifica a atualização anual das vacinas.

– Onde a gripe K está se espalhando? De acordo com o alerta da OMS, com base em dados do GISAID, uma plataforma onde pesquisadores globais registram identificações virais, houve um “crescimento recente e rápido” da gripe K em várias partes do mundo.

“As detecções do subclado K estão aumentando em diversas regiões, exceto, até o momento, na América do Sul. O subtipo K foi especialmente evidente a partir de agosto de 2025 na Austrália e na Nova Zelândia, e agora já foi identificado em mais de 34 países nos últimos seis meses”, informa a OMS.

Em comunicado, a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) reiterou que, conforme dados recentes, o subtipo tem crescido rapidamente na Europa e em diversos países asiáticos, representando uma proporção significativa dos vírus de influenza A(H3N2) analisados.

Na América do Norte, EUA e Canadá também notaram um aumento gradual na detecção do subclado K. No entanto, até agora, não houve registros de circulação similar na América do Sul.

– A gripe K é mais severa? Até o momento, não há evidências que sugiram que a gripe K seja mais grave do que a gripe comum. Segundo a Opas, as autoridades de saúde nos países onde o subtipo está circulando “não reportaram mudanças significativas na severidade clínica” da doença.

– Quais são os sintomas da gripe K? As autoridades de saúde informam que ainda não foram observados sintomas distintos associados especificamente à gripe K. Por ora, os sinais permanecem os mesmos de uma infecção gripal comum. Segundo o Ministério da Saúde, incluem: febre, dor de garganta, mal-estar, secreção nasal, dor no corpo, tosse e fadiga.

As vacinas protegem contra a gripe K? Embora os dados sobre a eficácia da vacina especificamente contra a gripe K sejam limitados, as estimativas iniciais indicam que a imunização continua a oferecer proteção contra formas graves da doença, especialmente em grupos mais vulneráveis.

“Embora existam algumas diferenças genéticas entre os vírus da influenza em circulação e as cepas inclusas nas vacinas, a vacina sazonal ainda pode proporcionar proteção. Espera-se que a vacinação ajude a prevenir doenças graves e continua a ser uma das intervenções de saúde pública mais eficazes”, afirma a OMS.

Conforme a organização, a formulação atual da vacina demonstrou ser de 70 a 75% eficaz em prevenir hospitalizações entre crianças de 2 a 17 anos, e de 30% a 40% entre adultos. As informações foram obtidas do jornal O Globo.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade